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sábado, janeiro 05, 2008

(1981) ALÍPIO DIAS

Esta eminência parda do regime dá hoje uma entrevista risível ao Expresso sobre os acontecimentos no Millennium Bcp. Ele é a prova bancária ambulante de que nunca houve supervisão bancária em Portugal.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

(1914) OS DESSUPERVISIONADOS

"Parece que Victor Constâncio «retirou a confiança» aos actuais administradores do BCP. Quem pode, manda.Mas...., e quem retira a «confiança» a Victor Constâncio por em 2004 ter entendido como «satisfatórias» as explicações do BCP na investigação sobre os mesmos factos que agora considera graves?E porque Filipe Pinhal «teve» de assinar o acordo com a Sonangol horas antes de se conhecer a sua renúncia a novo mandato? A coisa era assim tão urgente, embora se andasse a arrastar há meses? Alguém tinha medo que a nova administração voltasse atrás? O acordo foi feito em condições de liberdade, ou condicionado pelos acontecimentos?"
Gabriel Silva, no Blasfémias.Já agora, ler também a Banca de Portugal, por António Ribeiro Ferreira, no Correio da Manhã.

segunda-feira, outubro 29, 2007

(1854) CRÉDITO MAL PARADO

(Logotipo do Banco de Portugal)

Parece que no Banco de Portugal há crédito mal parado. Isto é, há crédito em mãos onde não deveria estar. Uma das primeiras coisas que qualquer mestre de Direito Público ensina é que no Direito Público vigora o princípio da competência, isto é, as entidades públicas só podem fazer o que a Lei diz que podem fazer, não sendo suficiente que a Lei não proíba. O ministro dos Impostos e da Receita afirmou ontem que os empréstimos do Banco de Portugal aos seus administradores é legal. Será muita maçada o ministro indicar a norma jurídica que o permite?