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terça-feira, setembro 18, 2007

(1632) OEIRAS, LEMBRAM-SE?

O Mamarracho dos Poetas, I, por Nuno Roldão Mendes, no Cais da Linha. Isaltino de Morais continua em grande. Oeiras continua o processo de betonização em curso. O homem de quem o povo diz que faz coisas. E faz. Muitíssimas. Aliás, ele não pára. Alguém o pára?

quinta-feira, maio 17, 2007

(983) ASSIM VAI O IMOBILIÁRIO EM OEIRAS

"Câmara de Oeiras quer urbanizar grande parte dos terrenos da Reserva Agrícola Nacional que separam os núcleos urbanos de Queluz de Baixo, Tercena e Barcarena. A ideia foi chumbada em 2002 pela direcção regional do Ambiente, mas, no mês passado, os vereadores do movimento liderado por Isaltino Morais, com o apoio de dois eleitos do PS, aprovaram os termos do plano de pormenor que poderá levar à abertura de uma nova frente urbana no vale de Barcarena. PSD e CDU votaram contra."
Nuno Roldão Mendes, no Cais da Linha.

segunda-feira, maio 07, 2007

(927) O ESPLENDOR SOCIALISTA E CENTRISTA EM OEIRAS

(Penacho)

"Há, na forma de estar do dr. Isaltino Morais, sempre um olhar para o amanhã, o que me é grato, porque acho que este país perde tempo de mais a olhar para ontem. Desse ponto de vista, tenho aprendido alguma coisa." A declaração, que consta de uma entrevista de duas páginas publicada na última edição do boletim municipal de Oeiras, pertence a Emanuel Martins, um dos dois vereadores que o PS tem na Câmara de Oeiras. O autarca aceitou no ano passado os pelouros oferecidos por Isaltino Morais, juntamente com o seu companheiro de lista Carlos Oliveira, e desempenha, também por convite de Isaltino, o lugar de presidente do conselho de administração da empresa intermunicipal Laboratório de Ensaios de Materiais de Obras. "

Público, edição de ontem.

Já agora convém lembrar que o impoluto autarca de Oeiras constituiu um Conselho Estratégico ou lá como é que se chama, para pensar o futuro de Oeiras (Emanuel Martins reconhece tanta visão que parece que o Conselho não é preciso para nada) onde aceitaram participar outros ilustres políticos como Maria de Belém Roseira, uma espécie de segunda edição de Jorge Coelho, e Telmo Correia, um inesperado amigo de Isaltino. Para memória futura.