Nicolas Sarkozy proibiu o rallye Lisboa-Dakar. O resto é folclore. Lamentem-se à vontade.
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sábado, janeiro 05, 2008
segunda-feira, julho 09, 2007
(1280) ACABARAM-SE AS BALDAS
Sarkozy não vai produzir a legião de perdões à malandragem que está presa em França a pretexto do 14 de Julho, como era tradição até agora. Esperam-se os usuais ataques da esquerda, a catilinária politicamente correcta da falta de humanismo desta decisão de Sarkozy, que, aliás, corresponde a uma promessa eleitoral. Deve ser para o lado para onde ele dorme melhor. E os franceses também.
domingo, junho 17, 2007
(1150) QUE A POLÍTICA NÃO UNA O QUE O ELEITORADO SEPAROU
(O Exterminador implacável)
(Sózinha em casa)
A esquerda francesa, que não percebeu ainda o que lhe está acontecer, tem várias crises por resolver. Mas há uma que parece que não vai nem quer resolver: a crise político-conjugal do casal Hollande. As cenas têm sido grotescas e para a semana terão o seu ponto forte com a publicação do livro do tipo "Eu, Segolene" da política, em que revela, como se os franceses tivessem alguma coisa a ver com o assunto, que pôs o marido fora de casa. Cá para mim vai durar um pedaço dos bons a nova era política em França, salvo imponderáveis. A canalha que se cuide. sexta-feira, maio 11, 2007
(955) O PARADIGMA ESTÁ A MUDAR?
(Jacques Séguéla)"Votei à esquerda durante 50 anos.(...) Eu sempre disse que Ségolène Royal me fazia sonhar, mas tinha de me convencer que era a melhor. (...) foi Sarkozy que conseguiu convencer-me. O programa da esquerda é impossível de aplicar. Com ele, a França continuaria a viver ao ritmo da redução do tempo de trabalho. Este mês, por exemplo, vamos trabalhar menos de dez dias e é assim que queremos competir com países onde se trabalha das zero à meia-noite. Para Ségolène o lema é, antes de mais, protecção, trabalhar o mínimo para criar mais emprego; o lema de Sarkozy é trabalhar mais para ganhar mais, e senti-me tocado pelo slogan."
Jacques Séguéla, em entrevista à edição de hoje da Sábado. O discurso da quadratura do círculo tem limites. Até para quem tem o coração à esquerda.
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segunda-feira, maio 07, 2007
(928) SOCIOLOGIA PURA
"730 carros foram queimados em França, 592 pessoas foram detidas na madrugada que se seguiu à segunda volta das eleições presidenciais, anunciou hoje a polícia. Do total, 35 veículos foram incendiados em Paris onde 79 pessoas foram detidas durante confrontos entre agentes da segurança e grupos de manifestantes, de acordo com números da Direcção Geral da Polícia Nacional (DGPN). 78 agentes de segurança ficaram feridos nos incidentes. O primeiro balanço da DGPN apontava para 367 carros queimados e em 270 detenções." Delito comum? Não. Violência? Não. Extrema-esquerda? Não. Apenas sociologia. Como sabem a França é o laboratório da história. Isto é pura sociologia e da boa, com mortos e fogo e tudo o que a investigação tem direito. Professor Boaventura Sousa santos a Paris, já! Várias teses esperam por si. Aguardo que a comunicação social trate estas pessoas com os qualificativos que costuma utilizar para a violência de sinal político contrário.
domingo, maio 06, 2007
quarta-feira, maio 02, 2007
(984) IURD À FRANCESA
Não tenho acompanhado muito de perto as eleições francesas. Cometi até a heresia de não ver o debate de hoje entre Sego e Sarko (bom título para um filme, parece-me). Mas aconteceu-me ver um bocadinho do discurso de Sego no seu último comício antes do debate pedindo lancinantemente: "Vamos amar-nos uns aos outros!". Fiquei esclarecido sobre a senhora e sobre o que espera a França se ela ganha: o desatre.
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