Jorge Ferreira, um pároco açoriano, vencedor de um concurso de abafados e licores tradicionais.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
(2027) HOMÓNIMOS (34)
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/11/2008 02:54:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Homónimos
(2026) MEMÓRIAS
Mário Lino, que, convém não esquecer, afirma ter a sua inscrição em dia na Ordem dos Engenheiros, que disse ter um compromisso pessoal com a construção de um aeroporto na Ota e que é um confesso iberista, preconizando a extinção do país de que é ministro enquanto Estado soberano e independente, tem dito muitas coisas. Eis algumas, só para registo:
"O que eu acho faraónico é fazer o aeroporto na Margem Sul, onde não há gente, onde não há escolas, onde não há hospitais, onde não há cidades, nem indústria, comércio, hotéis e onde há questões ambientais da maior relevância que é necessário preservar".
Mário Lino
"Até estou convencido que um aeroporto na Margem Sul jamais teria o aval de Bruxelas, dadas as mesmas questões ambientais"
Mário Lino - Jornal de Negócios, 24/5/2007
“O aeroporto na margem sul era o mesmo que transformar o Norte do Alentejo em Brasília”
Mário Lino - Jornal de Negócios, 24/5/2007
"Para construir o aeroporto na margem sul era preciso transportar para lá milhares de pessoas".
Mário Lino – Jornal de Negócios, 24/5/2007
E já agora, eis um reforço de peso:
"Um aeroporto na margem sul tem um defeito: precisa de pontes. Suponham que uma ponte é dinamitada? Quem quiser criar um grande problema em Portugal, em termos de aviação internacional, desliga o norte do sul do país".
Almeida Santos no final da reunião da Comissão Nacional do PS
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/11/2008 01:12:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Mário Lino,
Ota
(2025) AO LONGO DOS TEMPOS
(Óbidos)Em 1148, D.Afonso Henriques conquistava Óbidos aos mouros. Em 1580, começavam as Cortes de Almeirim, que reconheceram o direito de Filipe II de Espanha ao trono português, como Filipe I. Em 1890, o Reino Unido dirigia o Ultimato a Portugal sobre a posse dos territórios entre Angola e Moçambique. Em 1935, em Lisboa, decorria a sessão de abertura da primeira Assembleia Nacional do regime salazarista. Em 1946, era proclamada a República Popular da Albânia. Em 1986, começava a campanha eleitoral para as Presidenciais portuguesas, a que concorriam Mário Soares, Freitas do Amaral, Salgado Zenha, Maria de Lourdes Pintasilgo e Angelo Veloso. Em 1997, Cardoso e Cunha, comissário da EXPO-98, demitia-se, sendo substituído por Torres Campos. Em 2005, o Eurostat revelava que a frota pesqueira portuguesa era a menos produtiva entre os 15 países que compunham a UE, antes do alargamento. E o jornal gratuito Metro começava a ser distribuído em Lisboa. Em 2006, os restaurantes passavam a ser obrigados a servir azeite em embalagens invioláveis. O ex-ditador etíope Mengistu Hailé Mariam, exilado no Zimbabué, é condenado à revelia a prisão perpétua pelo Alto Tribunal Federal da Etiópia, por genocídio e outros crimes cometidos em 1977 e 1978.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/11/2008 10:58:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Efemérides
(2024) FICHA DO DIA
Hoje é Sexta-feira, 11 de Janeiro, décimo primeiro dia do ano. Faltam 355 dias para o final de 2008. Este dia é dedicado a Santo Higino, Papa. A Lua encontra-se na Fase Crescente. Quarto Crescente, dia 15, às 19:46. O Sol nasce às 07:55 e o ocaso regista-se às 17:35. No porto de Lisboa, a preia-mar verifica-se às 04:55 e 17:18 e a baixa-mar às 10:48 e 22:57. Os nascidos nesta data pertencem ao signo Capricórnio, destacando-se o estadista norte-americano Alexander Hamilton (1757), o psicólogo norte-americano William James (1842), o romancista sul-africano Alan Paton (1903), o guitarrista norte-americano Lee Ritenour (1952).
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/11/2008 10:53:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Borda d'Água
(2023) OS PEQUENINOS DO PORTUGAL
Assim parece que somos. Assim parece que vamos. Atentos, venerandos e obrigados. Seguidistas, flexíveis até onde fôr preciso para obedecer, bem comportadinhos para não destoar. Os outros não querem? Não se faz. O resultado não é certo? Não se faz. Cai mal nas chancelarias? Não se faz. Este é o país “óbvio” da geração dos Luíses Amados que nos desgovernam, ostentando com garbo, mas singular amnésia, o voto quadrienal na lapela, que lhes serve para tudo. Para não receber o Dalai Lama por razões óbvias. Para não fazer referendos por razões óbvias. Para trair compromissos eleitorais por circunstâncias óbvias. O voto, para esta geração de políticos de plástico não é um compromisso, apenas um trampolim.
O problema é que o óbvio é inimigo do bom.
José Sócrates está disposto a sacrificar tudo, incluindo a sua palavra, a uma eventual carreira internacional sob as ordens dos grandes da Europa e às palmadinhas nas costas dos mandarins europeus. Portugal é um país que não tem posições a não ser acompanhar. Hoje, não passa de uma espécie de Eslovénia Ocidental, assim uma espécie de moço “escort” do projecto federalista da França e da Alemanha.
Os cientistas de serviço não deixarão os seus créditos por mãos alheias. No esoterismo das remissões e novas redacções explicarão em períodos curtos, frases assépticas e tecno e tiradas eloquentes, que o Tratado não é constitucional e não é legível. A primeira palavra foi tirada do tratado. A ilegibilidade é dolosa. Justamente para ocupar a passadeira vermelha do voto popular.
A razão pela qual o Tratado de Lisboa não pode ser referendado é simples. O Tratado seria derrotado. Por outra razão simples: os cidadãos não querem esta União Europeia. Como os seus autores, bem instalados na vida, não admitem outra União Europeia senão esta, não se pode votar.
Ouvi José Sócrates justificar a sua cambalhota política sobre o referendo que prometeu e não vai fazer com a “ética da responsabilidade”. Primeiro fiquei atordoado. Depois, deu-me apenas para sorrir. Ética? Para com quem? Para com os eleitores que votaram PS e foram, apenas, enganados? Como aliás os do PSD, que também foram enganados? Ética? Haja pudor… Menezes preza tanto os compromissos eleitorais do seu partido como Sócrates. Ou seja: nada. São os políticos pequeninos do Portugal de hoje.
Esta decisão de Sócrates apoiada por Menezes é um abate à democracia, à própria democracia representativa que tanto dizem prezar. Porque quando os eleitores elegem para os representar pessoas que faltam aos compromissos é a própria representação que sai irremediavelmente diminuída.
O problema é que o óbvio é inimigo do bom.
José Sócrates está disposto a sacrificar tudo, incluindo a sua palavra, a uma eventual carreira internacional sob as ordens dos grandes da Europa e às palmadinhas nas costas dos mandarins europeus. Portugal é um país que não tem posições a não ser acompanhar. Hoje, não passa de uma espécie de Eslovénia Ocidental, assim uma espécie de moço “escort” do projecto federalista da França e da Alemanha.
Os cientistas de serviço não deixarão os seus créditos por mãos alheias. No esoterismo das remissões e novas redacções explicarão em períodos curtos, frases assépticas e tecno e tiradas eloquentes, que o Tratado não é constitucional e não é legível. A primeira palavra foi tirada do tratado. A ilegibilidade é dolosa. Justamente para ocupar a passadeira vermelha do voto popular.
A razão pela qual o Tratado de Lisboa não pode ser referendado é simples. O Tratado seria derrotado. Por outra razão simples: os cidadãos não querem esta União Europeia. Como os seus autores, bem instalados na vida, não admitem outra União Europeia senão esta, não se pode votar.
Ouvi José Sócrates justificar a sua cambalhota política sobre o referendo que prometeu e não vai fazer com a “ética da responsabilidade”. Primeiro fiquei atordoado. Depois, deu-me apenas para sorrir. Ética? Para com quem? Para com os eleitores que votaram PS e foram, apenas, enganados? Como aliás os do PSD, que também foram enganados? Ética? Haja pudor… Menezes preza tanto os compromissos eleitorais do seu partido como Sócrates. Ou seja: nada. São os políticos pequeninos do Portugal de hoje.
Esta decisão de Sócrates apoiada por Menezes é um abate à democracia, à própria democracia representativa que tanto dizem prezar. Porque quando os eleitores elegem para os representar pessoas que faltam aos compromissos é a própria representação que sai irremediavelmente diminuída.
(publicado na edição de hoje do Semanário)
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/11/2008 12:06:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
José Sócrates,
Referendo Europeu
(2022) OS DUPLOS
Os Estados da União Europeia são actualmente governados, não por líderes políticos, mas por uma estirpe particularmente nociva de duplos. Desculpam-se em Bruxelas com o voto interno. Desculpam-se nos seus países com Bruxelas. A função interna da União Europeia é servir de álibi. De álibi manhoso, mas álibi. Aliás, a vida da União é cada vez mais incompatível com a democracia dos seus Estados.
José Sócrates não cumpre o que prometeu em Portugal para ser Primeiro-Ministro, porque os outros países europeus decidiram pela ratificação parlamentar. Se pelo menos “um terço” deles (porquê um terço? Porquê não ter anunciado o critério do terço antes? Porquê insistir em fazer dos portugueses parvóides acéfalos?) tivesse optado pelo referendo, o nosso Governo, uma nova espécie de “Maria vai com as outras”, também o faria.
Isto é o mesmo que dizer aos portugueses: “Vocês só servem para me eleger, de resto contam nada”. O que estes duplos mascarados de líderes mereciam era uma abstenção de 60 ou 70% nas próximas eleições. E não só por esta razão.
Porque o descrédito já têm, no seu garboso e brilhante curriculum.
José Sócrates não cumpre o que prometeu em Portugal para ser Primeiro-Ministro, porque os outros países europeus decidiram pela ratificação parlamentar. Se pelo menos “um terço” deles (porquê um terço? Porquê não ter anunciado o critério do terço antes? Porquê insistir em fazer dos portugueses parvóides acéfalos?) tivesse optado pelo referendo, o nosso Governo, uma nova espécie de “Maria vai com as outras”, também o faria.
Isto é o mesmo que dizer aos portugueses: “Vocês só servem para me eleger, de resto contam nada”. O que estes duplos mascarados de líderes mereciam era uma abstenção de 60 ou 70% nas próximas eleições. E não só por esta razão.
Porque o descrédito já têm, no seu garboso e brilhante curriculum.
(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/11/2008 12:04:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
José Sócrates,
União Europeia
(2021) EPÍSTOLA AOS DEUSES
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo,
Permita-me esta liberdade de cidadão contribuinte, de me dirigir publicamente a V. Exa., esta ousadia jornalística de publicar esta modesta epístola nas páginas da imprensa.
Quero informar V. Exa. que lhe reconheço o direito à eternidade, o direito ao nome da rua, o direito à estátua na rotunda mais apropriada, até lhe reconheço o direito ao nome no estádio municipal (aqui apenas é de recomendar alguma cautela dados os exemplos nos concelhos contíguos sobre a despesa, é que as facturas, como se sabe, as maganas, chegam sempre…).
Não estão em causa os direitos, pois.
Também louvo a propensão de V. Exa. para a escrevinhação. Gosto de ler livros, e penso que todos devíamos escrever pelo menos um na nossa curta vida. Lá está: a árvore, o livro e o filho, o velho projecto de vida conservador….
Sabe que o considero, dentro dos parâmetros lusitanos, um bom autarca e já tive até oportunidade de comprovar pessoalmente que algumas das suas ideias gerais sobre a política, as autarquias e o país, são muito mais próximas das minhas do que as do seu partido. Mas lá está: também o direito de militar onde lhe aprouver lhe reconheço.
Soube que decidiu entretanto, verter a sua obra de autarca em livro. Quero felicitá-lo vivamente pela decisão. Escrever é responsabilizar, embora nos dias que correm já se tenha percebido que no PS e no PSD, o seu partido, muito do que se escreve não vale nada, porque apenas meses depois podemos constatar que fazem exactamente o contrário do que escreveram.
Em todo o caso, escrever e editar é bom. Os portugueses precisam de ler, há até um plano nacional de leitura e tudo quanto seja entreter a juventude com livros em prejuízo dos Morangos com Açúcar é uma obra de caridade.
Mas soube uma coisa que me deixou de pé atrás.
Li algures que o seu livrinho vai ser pago, vai ser pago, vai ser pago por quem? Pela autarquia!
Confesso que primeiro fiquei meio aparvalhado com o que me pareceu ser um dislate sobre o depauperado erário municipal. Depois pensei, ná…, é apenas intriga jornalística. Ou há editora metida ao barulho ou será uma edição de autor paga do próprio bolso.
Até porque já o estou a ver, caro autarca, na pele de Secretário-Geral do PSD a comentar uma eventual decisão de José Sócrates editar um livro com a sua cara na capa e sobre a sua obra no Governo a pagar pela rubrica dos Encargos Gerais da Nação do Orçamento do Estado. Estou mesmo a vê-lo a comentar…
Daí que não acredite. Os jornais são uns malandros… o que eles dizem. Faça lá a festarola de lançamento do livrito. Passei-se nas ruas. Fale ao povo. Discurse. Disfrute da obra. É justo. Mas veja lá quem paga esse prazer pessoal. É que o prazer não é assunto público, excepto como se sabe, o prazer de fumar o cigarrito.
Receba os cumprimentos e as saudações literárias deste humilde contribuinte.
Permita-me esta liberdade de cidadão contribuinte, de me dirigir publicamente a V. Exa., esta ousadia jornalística de publicar esta modesta epístola nas páginas da imprensa.
Quero informar V. Exa. que lhe reconheço o direito à eternidade, o direito ao nome da rua, o direito à estátua na rotunda mais apropriada, até lhe reconheço o direito ao nome no estádio municipal (aqui apenas é de recomendar alguma cautela dados os exemplos nos concelhos contíguos sobre a despesa, é que as facturas, como se sabe, as maganas, chegam sempre…).
Não estão em causa os direitos, pois.
Também louvo a propensão de V. Exa. para a escrevinhação. Gosto de ler livros, e penso que todos devíamos escrever pelo menos um na nossa curta vida. Lá está: a árvore, o livro e o filho, o velho projecto de vida conservador….
Sabe que o considero, dentro dos parâmetros lusitanos, um bom autarca e já tive até oportunidade de comprovar pessoalmente que algumas das suas ideias gerais sobre a política, as autarquias e o país, são muito mais próximas das minhas do que as do seu partido. Mas lá está: também o direito de militar onde lhe aprouver lhe reconheço.
Soube que decidiu entretanto, verter a sua obra de autarca em livro. Quero felicitá-lo vivamente pela decisão. Escrever é responsabilizar, embora nos dias que correm já se tenha percebido que no PS e no PSD, o seu partido, muito do que se escreve não vale nada, porque apenas meses depois podemos constatar que fazem exactamente o contrário do que escreveram.
Em todo o caso, escrever e editar é bom. Os portugueses precisam de ler, há até um plano nacional de leitura e tudo quanto seja entreter a juventude com livros em prejuízo dos Morangos com Açúcar é uma obra de caridade.
Mas soube uma coisa que me deixou de pé atrás.
Li algures que o seu livrinho vai ser pago, vai ser pago, vai ser pago por quem? Pela autarquia!
Confesso que primeiro fiquei meio aparvalhado com o que me pareceu ser um dislate sobre o depauperado erário municipal. Depois pensei, ná…, é apenas intriga jornalística. Ou há editora metida ao barulho ou será uma edição de autor paga do próprio bolso.
Até porque já o estou a ver, caro autarca, na pele de Secretário-Geral do PSD a comentar uma eventual decisão de José Sócrates editar um livro com a sua cara na capa e sobre a sua obra no Governo a pagar pela rubrica dos Encargos Gerais da Nação do Orçamento do Estado. Estou mesmo a vê-lo a comentar…
Daí que não acredite. Os jornais são uns malandros… o que eles dizem. Faça lá a festarola de lançamento do livrito. Passei-se nas ruas. Fale ao povo. Discurse. Disfrute da obra. É justo. Mas veja lá quem paga esse prazer pessoal. É que o prazer não é assunto público, excepto como se sabe, o prazer de fumar o cigarrito.
Receba os cumprimentos e as saudações literárias deste humilde contribuinte.
(publicado no Diário de Aveiro)
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/11/2008 12:02:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Aveiro,
Ribau Esteves
quinta-feira, janeiro 10, 2008
(2020) ATRACÇÃO FATAL
José Sócrates tem uma atracção fatal: Alcochete.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 10:51:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
José Sócrates
(2019) ESTRANHO (II)
O ministro iberista ainda não se demitiu.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 06:47:00 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Mário Lino
(2018) ESTRANHO (I)
Hoje Sócrates não qualificou a decisão há uns meses impossível de construir o novo aeroporto noutro sítio que não a Ota, como mais uma decisão histórica do seu Governo. Com a propensão histórica de Sócrates, é de estranhar.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 06:45:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
José Sócrates
(2017) FESTA
Aqui há festa.
(2016) PARABÉNS, ZÉ!
O Tubarão faz hoje um ano. Parabéns, Zé! Que o predador dos mares conte muitos mais.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 06:27:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Blogues
(2015) PIADA DO DIA DE HOJE
Jamais digas jamais.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 04:28:00 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Mário Lino
(2014) PIADA DA NOITE DE ONTEM
Sócrates vai formoso, mas não Seguro.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 04:12:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
PS
(2013) PUBLICIDADE
VENDE-SE!
....................
Casinha na zona da Ota, com terreno.
Zona calma e sossegada.
Paisagem natural. Ar de qualidade.
Bom preço!!!!!!!!!
..............................
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 01:26:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Ota
(2012) A LISTA
O CDS diz ter 6.232 filiados. Só tenho uma dúvida: o Jacinto Leite Capelo Rego também conta?
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 12:19:00 da tarde
2 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
CDS
(2011) POR FAVOR...
Expliquem-me qual a diferença entre o PSD de Menezes e o PSD de Marques Mendes. Com excepção da traição ao compromisso eleitoral do referendo sobre o Tratado, claro, que essa diferença eu percebi.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 12:03:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Luís Filipe Meneses,
Marques Mendes,
PSD
(2010) REMODELAÇÃO
Dizem nos corredores da Capital que Mário Lino vai remodelar-se.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 12:00:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Mário Lino
(2009) AO LONGO DOS TEMPOS
(Tintin e Milu)Em 1875, Antero de Quental e José Fontana fundavam o primeiro Partido Socialista Português. Em 1920, era constituída a Sociedade das Nações. Em 1925, Leon Trotsky era enviado para o exílio pelo Governo soviético. Em 1929, as personagens da banda desenhada Tintin e o seu cão Milou, da autoria de Hergé, apareciam, pela primeira vez, num semanário de Bruxelas. Em 1946, Pio XII proclamava Santo António Doutor da Igreja. Em 1997, uma multidão incendiava o Parlamento búlgaro, exigindo a demissão do Governo e a realização de eleições antecipadas. Em 2000, uma empresa norte-americana anunciava ter completado a sequência de 90 por cento do genoma humano. Em 2001, morria o actor português Carlos César, 58 anos. Em 2003, morria João Amaral, antigo deputado, presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e um dos principais defensores da renovação do PCP, partido onde militou durante quase 40 anos. Em 2005, a Autoridade da Concorrência condenava cinco empresas de multinacionais farmacêuticas a uma coima conjunta de 3,2 milhões de euros, pela prática de cartel no fornecimento ao Centro Hospitalar de Coimbra. Em 2006, era aprovada a Lei da Rádio, que impõe a emissão de 25 a 40 por cento de música portuguesa. Em 2007, Manuel Maria Carrilho renuncia ao mandato de vereador na Câmara Municipal de Lisboa. O líder sandinista Daniel Ortega toma posse como presidente da Nicarágua. Hugo Chávez toma posse como presidente da Venezuela. O líder do PAIGC, Carlos Gomes Júnior, refugia-se na sede da ONU em Bissau, depois de ter visto pender sobre si um mandado de captura por ter responsabilizado o presidente Nino Vieira pelo assassínio do ex-chefe do Estado Maior da Armada Lamine Sanhá. Morre Carlo Ponti, 94 anos, produtor de cinema italiano, marido da actriz Sofia Loren e morre Miguel Valdés Tamayo, 50 anos, dissidente cubano.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 11:43:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Efemérides
(2008) FICHA DO DIA
Hoje é Quinta-feira, 10 de Janeiro, décimo dia do ano. Faltam 356 dias para o final de 2008. Este dia é dedicado ao Beato Gonçalo de Amarante, confessor. A Lua encontra-se na Fase Crescente. Quarto Crescente, dia 15, às 19:46. O Sol nasce às 07:55 e o ocaso regista-se às 17:34. No porto de Lisboa, a preia-mar verifica-se às 04:16 e 16:39 e a baixa-mar às 10:11 e 22:20. Os nascidos nesta data pertencem ao signo Capricórnio, destacando-se o cientista italiano Lazaro Spallanzani (1729), o historiador britânico John Dalberg Action (1834), o compositor russo Alexander Scriabin (1872), a bailarina russa Galina Ulanova (1910), o actor norte-americano Sal Mineo (1939), a actriz porno Linda Lovelace (1949) e a cantora norte-americana Pat Benatar (1953).
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
1/10/2008 11:38:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Borda d'Água
Subscrever:
Mensagens (Atom)




