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quarta-feira, outubro 03, 2007

(1731) BELENZARRIAS

Caro Carlos,
Apesar da discrição, não é costume de Cavaco Silva disponibilizar "Os Homens do Presidente" e logo da categoria dos "Mourinhos" para contendas partidárias. O Presidente, independentemente da distância e da sconveniências, quis dar uma mãozinha a Marques Mendes. Talvez pelo seu asco à má moeda. Talvez para não ter de lidar com um mero ajudante de antanho nas audiências com a oposição. Talvez para não desiludir alguns amigos do peito. Mas quis. Senão não haveria o mandatário que houve. Isto, independentemente da sua análise sobre as profundas terapêuticas em que o Presidente acreditará para a cura dos males do Partido.

segunda-feira, outubro 01, 2007

(1721) FIM DE SEMANA ALUCINANTE

A única maneira de o país prestar alguma atenção ao próximo Congresso do PSD era ganhando Luís Filipe Menezes as directas. Ganhou. Vamos, pois, ter um fim de semana alucinante. Porque, em boa verdade, Menezes ganhou as directas mas pode "perder" o Congresso. E no estado em que as coisas estão, ele não vai ter duas oportunidades para convencer. Só vai ter uma. Se não convencer no Congresso, ou se o "perder", os próximos dois anos vão ser uma tortura política para o PSD.

(1720) CLARO!

Evidentemente Durão Barroso não comenta a situação interna dos partidos dos Estados-Membros. Claro. Digo eu.

domingo, setembro 30, 2007

(1715) CERTEIRO

Gostei da análise de Marcelo Rebelo de Sousa sobre o momento do PSD. Especialmente certeiro quando sublinhou duas ideias que eu já aqui tinha exposto. Primeira, por debaixo do populismo de Menezes está o bloco central e os seus interesses de negócio. Segundo: se os notabile preguiçosos estão convencidos que vão correr com Menezes facilmente mesmo que ele pwerca como tudo indica as eleições de 2009, estão muito enganados.

(1713) BIOGRAFIAS

A partir de ontem todos os miltantes do PSD foram menezistas desde pequeninos.

(1712) MUDANÇAS NO PSD

O PSD passou a partir de ontem a ser um partido anti-referendo europeu. Esta mudança deve agradar a Cavaco Silva (sempre é uma ironiazinha do destino...) e a José Sócrates. Mas o mais grave é que o líder do maior partido da oposição deixou de ser do Benfica e passou a ser do Sporting. Isto, sim, já me parece uma baixa significativa...

sábado, setembro 29, 2007

(1706) LIÇÕES DAS DIRECTAS

1º Mais uma vez: não há mortes definitivas na política ou o exemplo de Pedro.
2º Um Presidente deve tratar melhor da carreira dos seus mourinhos ou o exemplo de Alexandre.
3º As elites nem sempre se podem dar ao luxo de ficar em casa à espera que alguém faça o trabalho sujo.
4º Carmona, Isaltino, Valentim, já podem voltar e não se fala mais nisso. E Menezes pode ganhar mais duas Camaras sem sequer haver eleições. Um verdadeiro ás.

(1704) PSD

(Bi-Laranjada)

Os chamados notáveis do PSD estão em estado catatónico com o resultado das directas. Todos apostavam num líder manso para substitutir quando lhes aprouvesse e não vão ter esse líder a prazo anunciado. Menezes também o pode vir a ser mas não vai ser tão fácil de apear. O melhor da candidatura de Menezes foi o desempenho de Ribau Esteves, presidente da Camara de Ílhavo. O discurso da vitória do vencedor foi pobre. Mas mais vale entrada de sendeiro. Derrotados especiais dos notabile: Cavaco Silva, Marcelo Rebelo de Sousa, Alberto João Jardim, Paula Teixeira da Cruz. Vencedores: Pedro Santana Lopes. Uma semana em grande para o ex-Primeiro-Ministro. De resto, a vida continua, mas quer-me parecer que alguma coisa vai mudar no tabuleiro do PSD. O primeiro sinal será dado com o que suceder ou não suceder no Grupo Parlamentar. Menezes terá de perceber que ser uma espécie de Marques Mendes II será fatal. Para o não ser terá um partido sem os quadros tradicionais, o que até pode ser bom. Veremos se tem capacidade para mobilizar outros. Ah, é verdade e Sócrates também perdeu. O que em si mesmo não é mau de todo. Quanto aos negócios do bloco central, esses, continuarão de boa saúde, como se verá rapidamente.

sexta-feira, setembro 28, 2007

(1701) AJUDINHA A MARQUES MENDES

O Governo acaba de tornar público que a Camara Municipal de Gaia foi a que mais se endividou em 2006, violando o artigo 33º da Lei do Orçamento para 2006 e furando em 11,9 milhões de euros o limite ao endividamento. Logo a seguir, nesta lista de gastadores, comparece inevitavelmente Lisboa, na versão Carmona Rodrigues do PSD. Mesmo a tempo das directas. Isto prova duas coisas: uma, que Luís Filipe Meneses governa bem em Gaia porque gasta demais, o que não é propriamente novidade no que ao PSD diz respeito.. Outra, que Sócrates prefere Marques Mendes, ou, por outras palavras, que Sócrates acaba de votar nas directas para líder do PSD. Isto também não me parece novidade, até porque ainda se deve lembrar bem da casa dos seus tempos de militante da JSD.

quinta-feira, setembro 27, 2007

(1690) MAIS INIMIGOS DA ECONOMIA

(publicado n' O Carmo e a Trindade)

(1688) DEBATE DE IDEIAS...

Eis Maringá, cidade do Estado do Paraná, no Noroeste e não na Amazónia. Uns dizem que aqui há 200 militantes do PSD, outros que há só 22. Mas Luís Filipe Meneses continua a dar-se mal com a geografia. Mais valia tirar os discursos da Wikipedia, já que a Presidente da Camara Municipal de Leiria, que está geminada com Maringá, é apoiante do seu adversário.

quarta-feira, setembro 26, 2007

(1683) OCORREU-ME

Algo nesta selecção de raguebi me faz lembrar o CDS e o PSD. Cabazadas atrás de cabazadas. Amadores até ao tutano. Entusiastas do hino. Mas não ganham uma.

terça-feira, setembro 25, 2007

(1674) QUOTAS

Parece que no PSD há pessoal a pagar quotas a outro pessoal. Ei, eu tenho umas quantas quotas para pagar de várias instituições. Também me podem dar um jeitinho?

domingo, setembro 23, 2007

(1663) O ESTADO A SAQUE

Uma das notícias mais extraordinárias que li este fim de semana foi a de que o grupo Amorim terá elaborado um projecto de Decreto-Lei sobre a privatização da Companhia das Lezírias, na qual estava, aliás, interessado. Vem no Expresso (link para assinantes). O que é mais extraordinário é que o terá feito a pedido do então ministro da Economia do Governo PSD/CDS, dirigido por Durão Barroso, Carlos Tavares. Num país decente, isto não ficaria assim. Da ficção da sociedade civil em que vivemos e em que acreditamos para disfarçar a triste realidade em que vivemos, em que todos precisam do Estado por tudo e por nada, ninguém mexerá uma palha, com medo das represálias. Fica a vergonha de viver num país em que tudo é possível e sem consequência. Até as coisas mais típicas das tais repúblicas africanas e sul-americanas. Tudo de forma convenientemente amnésica, como convém ao bom nome de toda a gente. Estes são os intocáveis da Pátria. Quem zela pelo bom nome do Estado?

(1659) SUBSCREVO

"Portugal é um país muito pequeno e com demasiado Estado para ter uma sociedade civil com efectiva independência e isso é mortífero para qualquer partido da oposição que não queira ser apenas uma variante pobre de "bloco central". É este o problema estrutural número um da oposição. A não ser em períodos em que se torna evidente que vai haver uma mudança política a curto prazo, como quando Barroso fez uma convenção no Coliseu com tudo que era colunável na política e na economia na primeira fila, os "notáveis" primam pela prudência e pela cautelosa reserva da política."
Pacheco Pereira, no Abrupto.

sexta-feira, setembro 21, 2007

(1654) O ARTIGO QUE NÃO FOI

Hoje deveria estar a escrever sobre as eleições directas no PSD que decorrerão na próxima semana e onde seria suposto escolher-se a alternativa a José Sócrates nas próximas eleições legislativas. Mas não estou. O que o PSD vai escolher é se será Marques Mendes ou Luís Filipe Meneses a perder as eleições. O debate desta semana na SIC Notícias foi esclarecedor. Nenhum deles lá vai. Por várias razões.

A primeira porque à direita do PS tem de se perceber que não há credibilidade para mobilizar. Tudo está visto e experimentado. E não há, sobretudo, diferença que valha a pena. PSD e CDS são matizes de um outro socialismo. Como se viu ainda há três anos quando estiveram no Governo e não fizeram nada do que exigem agora a Sócrates. Chega a ser confrangedor ver o actual CDS e o actual PSD fazerem de conta que fazem oposição.

Hoje também deveria estar a escrever sobre uma excelente reforma do Código de Processo Penal, se excepcionarmos a aberração da proibição de publicação das escutas que estiverem nos processos que já forem públicos. Mas não posso. A pressa com que o legislador quis pôr o Código em vigor, em apenas quinze dias, dando pretexto aos imobilistas do costume para zurzirem na reforma, impede o elogio. Eis um exemplo de como o método pode comprometer uma boa ideia.

Num país onde estamos habituados a jogadas de bastidores subtis para descomprometer muita gente em hora de aperto, não é nada saudável que se instale a suspeita que esta súbita pressa se deve a uma obscura necessidade de comprometer processos e investigações em curso.

Hoje também deveria estar a escrever sobre o excelente momento do desporto português, com medalhas e lugares de honra e inéditos, no judo, no triatlo, no basquetebol, no râguebi, no atletismo. Mas o murro de Scolari impede-me de o fazer. Lamentavelmente, mais uma vez a imagem da selecção nacional de futebol correu mundo pelas piores razões, agravando uma já de si fraca reputação disciplinar em sucessivas competições de Sub’s e de Sobre’s.

Se amanhã houver um desacato ou outra indisciplina num treino ou num estágio da selecção, onde está a autoridade de Scolari? Algures, à procura de um cabelinho…

Hoje, deveria, enfim, escrever sobre as vantagens e os inconvenientes de votar sim ou votar não ao tratado recauchutado que a Presidência portuguesa do Conselho de ministros da União europeia quer aprovar à força já no próximo mês. Mas também não posso. Uma classe política cobardola e sem palavra quer impedir mais uma vez um referendo em Portugal sobre assuntos substanciais da União Europeia. Porque, apesar da prosápia, têm medo de perder e preparam-se para trair a promessa eleitoral feita nas últimas eleições legislativas.
(publicado na edição de hoje do Semanário)

terça-feira, setembro 18, 2007

(1634) BOAS NOTÍCIAS PARA O SISTEMA

(A nova cor do PSD)

Apesar de tudo lá vi o debate Mendes-Meneses. Foi um debate igual à campanha das directas. Cinzento e genericamente desinteressante. O que interessa, para quem não é socialista, é saber se vem dali mal ao mundo de Sócrates. O debate provou, infelizmente, que não vem. Nenhum. Apesar de, no género situacionista, Marques Mendes ter levado alguma vantagem em consistência.

sexta-feira, setembro 14, 2007

(1619) SÓ UMA PALAVRINHA

Para o PSD. O maior partido da oposição vai ter eleições directas para a sua liderança. A coisa, só por si, devia ser notícia. Sucede que não é. A contenda tem sido de uma pobreza política confrangedora. Bem sei que a concorrência é forte. Maddie, Scolari, basquetebol, raguebi, Dalai Lama, tudo desajuda. Mas esta disputa parece decorrer sob um intenso nevoeiro. A propósito: quando Marques Mendes disse que o Grupo Parlamentar em que aceitou integrar-se e para o qual aceitou ser escolhido tinha sido feito numa noite de nevoeiro estaria a incluir-se? O tema do momento é o de saber em que canal os dois candidatos se hão-de encontrar para debater. Francamente. Sócrates, esse, sorri. Absolutamente. Não sei se voltarei a este assunto.

terça-feira, setembro 04, 2007

sexta-feira, agosto 24, 2007

(1470) PERGUNTAS "DESNECESSÁRIAS" (3)

A responsabilidade subjectiva pelo financiamento ilícito do PSD por uma empresa vai morrer solteira?