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domingo, maio 06, 2007

(918) COISAS FORA DE MODA

Saber o que vai acontecer à Universidade Independente, saber que José Sócrates fez um Conselho de Ministros especial para dar mais qualidade ao ensino superior, saber que são os próprios ministros que gozam com o Primeiro-Ministro sobre as suas qualificações, saber que a PGR enviou para o DCIAP denúncias sobre factos dados a conhecer em blogues que o próprio PGR acha uma vergonha e se recusa a ler, saber ..., o que interessa isso agora?

sexta-feira, maio 04, 2007

(909) CARLOS BORREGO, SEGUNDO

Lembram-se deste ministro do Ambiente que um dia contou uma anedota de mau gosto e foi corrido por Cavaco Silva, seu Primeiro-Ministro? Hoje Mário Lino candidatou-se a suceder-lhe, ao fazer piada em público com a frase "sou engenheiro civil e estou inscrito na Ordem dos Engenheiros". Eis, finalmente, inesperado e imprevisto, o verdadeiro teste à credibilidade e, agora, à autoridade de José Sócrates. Se o ministro iberista e, agora, brincalhão, continuar a sê-lo, todo o país está autorizado a rir de José Sócrates. Lá se foi o efeito da alegada excelente entrevista a Judite de Sousa...

(908) O MINISTRO IBERISTA FALOU DA OTA

Banalidades Perigosas, no Ota Não.

sábado, abril 28, 2007

(960) OTA

Mário Lino respondeu-me. Prova de que o assunto é sensível. Senão, teria ignorado. A resposta terá resposta. Na semana que vem.

segunda-feira, abril 02, 2007

(792) AFINAL DE CONTAS SEMPRE É POLÍTICA

Mário Lino, o ministro que acha que Portugal deve desaparecer do mapa, afirmou hoje que a decisão política sobre a Ota está tomada. Pronto: dúvida desfeita. A questão antes de ser técnica é política. Sobre isto estamos conversados. Mas também disse que só um milagre pode fazer voltar o Governo atrás. Cuidado com a sbruxas, senhor ministro, eu não acredito, pero que las hay, hay...

sexta-feira, março 23, 2007

(728) MÁRIO LINO


Portugal é o único país decente que conheço que tem um ministro que defende que o País que governa não deve existir. Pergunto: deve ele continuar ministro? A resposta, num país decente, é óbvia. Não. Então por que é que continua? Porque o Primeiro-Ministro quer.

Defender a demissão do ministro porque este terá mentido sobre um relatório desagradável sobre o único aeroporto do mundo a repousar num leito de cheias, que o mesmo ministro quer construir e que estranhamente afirma ser um compromisso pessoal (com quem, deverá perguntar-se?...), é secundário.

A vergonha para Portugal é ter sido possível que Mário Lino tivesse chegado a ministro. A partir daí está tudo errado.

(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)