Vítor Constâncio, considera que o Governo deve ter uma visão “mais realista” sobre o crescimento da economia portuguesa, contestando a posição do primeiro-ministro que considerou “excessivamente pessimista” a previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI) de que Portugal apenas crescerá 1,3 por cento em 2008. Até tu, Brutus? Na verdade, quando até Vítor Constâncio, até há bem poucos dias tão optimista quanto o Governo sobre o crescimento da economia portuguesa, vem agora recomendar frigorífico à sopa escaldante da propaganda, então é caso para dizer: cidadãos, preparem-se para os dias difíceis que estão para vir.
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sexta-feira, abril 11, 2008
(2589) "BRUTUS DIXIT"
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Jorge Ferreira
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4/11/2008 07:52:00 da tarde
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quarta-feira, abril 09, 2008
(2572) FINALMENTE!
Eu já desesperava. Não gosto de estar sempre em desacordo. Por isso, hoje fiquei feliz: finalmente concordo com o Governo. Teixeira dos Santos, considerou hoje as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) de "demasiado pessimistas". Absolutamente de acordo. Também penso que ao FMI teria bastado ser pessimista para ser verdadeiro. Não era necessário ser demasiado pessimista. O problema é que à boleia desta concordância é Teixeira dos Santos que entra em discordância com o seu próprio Governo, que pela voz autorizadíssima do seu Primeiro-Ministro, tem declarado um optimismo ainda que moderado.
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4/09/2008 11:02:00 da tarde
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terça-feira, abril 01, 2008
(2525) AINDA A REMODELAÇÃO
A remodelação do Governo foi uma aposta ganha. A Cultura está muito melhor. Até agora ainda não aconteceu nada. Continuem assim se faz favor.
Actualização: leio agora que o ministério deu sinal de vida. Foi nomeado um Director-Geral. Não se pode elogiar!
quinta-feira, março 20, 2008
(2459) A BOA AGENDA
Agrada-me que o Presidente da República não tenha espaço na sua agenda para estar presente na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. E estou na expectativa quanto à agenda do Governo. Atendendo a que o Partido Comunista chinês foi convidado do último Congresso do PS, atendendo à diplomacia medrosa e agachada que domina as Necessidades, não me admirava nada de ver Sócrates a fazer jogging na Praça Tianamen ou, quiçá, em Lhasa.
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3/20/2008 04:30:00 da tarde
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sábado, março 15, 2008
(2435) A BARBÁRIE CHINESA
A repressão chinesa voltou a abater-se sobre os tibetanos. Mortos, feridos, acessos cortados para ninguém ver, perigosos monges presos, a barbárie outra vez. Presumo que o Governo não tenha agenda disponível para se pronunciar sobre o assunto. A política de cócoras das Necessidades, obviamente, aconselha-o.
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Jorge Ferreira
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3/15/2008 12:16:00 da tarde
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sexta-feira, março 14, 2008
(2424) O ESTADO DA NAÇÃO (3): O GOVERNO
Falta pouco mais de um ano para as próximas eleições. Esta semana, o Governo comemorou o terceiro aniversário da sua posse. No balanço que o PS fez desse glorioso dia, dois factos há a assinalar.
O primeiro: José Sócrates foi ao partido comemorar a data. Depois de uma longa intervenção, nenhum dois seus colegas de partido perguntou nada. Apesar de, magnânimo, Sócrates ter incentivado as inscrições, talvez já assustado com a falta de capacidade crítica do Partido que tão bem tem estimulado.
O segundo: Vitalino Canas anunciou que o PS não perde tempo com o que correu mal. Esta surpreendente declaração do inimitável porta-voz do PS padece de dois erros: o do autismo e o do tempo do verbo. O do autismo, porque revela que o PS, hoje, não existe como entidade política. O do tempo do verbo, porque o porta-voz deveria ter dito “com o que está a correr mal”.
Três anos depois, os próprios socialistas reconhecem à boca pequena que este é um mau Governo e que José Sócrates deveria ter feito uma profunda remodelação. Mas não fez e assim terá de levar às cavalitas este mau Governo que ele próprio escolheu e manteve em funções, salvo vítimas de ocasião como Freitas do Amaral, Campos e Cunha, Correia de Campos e Isabel Pires de Lima.
Destes três anos, ressaltam duas características do Governo: a falta de respeito pelos compromissos eleitorais e o atabalhoamento na execução das reformas prometidas e mal iniciadas. É o desencanto provocado por estes dois factos que está na origem da queda do PS e de Sócrates nas sondagens, que só não é mais acentuada porque o líder do maior partido da oposição veio comunicar ao país que ainda não merece substituir o PS no Governo.
Agora, há que preparar as eleições e isso já se nota. Nota-se na saúde, nota-se na educação, notar-se-á nos impostos lá mais para a frente. Para os socialistas, a dúvida não é se ganham as eleições, mas se serão capazes de reeditar outra maioria absoluta. Para o país, a dúvida é saber quantos anos vão ter de esperar para poder substituir o PS e José Sócrates.
Certo, certo é que será difícil voltar a reunir tão boas condições para realizar as reformas de que o país e o Estado necessitam e que não têm passado de toneladas de propaganda e de inabilidades. Nesse sentido este é um Governo de oportunidade perdida, isto é, de velhas oportunidades.
O primeiro: José Sócrates foi ao partido comemorar a data. Depois de uma longa intervenção, nenhum dois seus colegas de partido perguntou nada. Apesar de, magnânimo, Sócrates ter incentivado as inscrições, talvez já assustado com a falta de capacidade crítica do Partido que tão bem tem estimulado.
O segundo: Vitalino Canas anunciou que o PS não perde tempo com o que correu mal. Esta surpreendente declaração do inimitável porta-voz do PS padece de dois erros: o do autismo e o do tempo do verbo. O do autismo, porque revela que o PS, hoje, não existe como entidade política. O do tempo do verbo, porque o porta-voz deveria ter dito “com o que está a correr mal”.
Três anos depois, os próprios socialistas reconhecem à boca pequena que este é um mau Governo e que José Sócrates deveria ter feito uma profunda remodelação. Mas não fez e assim terá de levar às cavalitas este mau Governo que ele próprio escolheu e manteve em funções, salvo vítimas de ocasião como Freitas do Amaral, Campos e Cunha, Correia de Campos e Isabel Pires de Lima.
Destes três anos, ressaltam duas características do Governo: a falta de respeito pelos compromissos eleitorais e o atabalhoamento na execução das reformas prometidas e mal iniciadas. É o desencanto provocado por estes dois factos que está na origem da queda do PS e de Sócrates nas sondagens, que só não é mais acentuada porque o líder do maior partido da oposição veio comunicar ao país que ainda não merece substituir o PS no Governo.
Agora, há que preparar as eleições e isso já se nota. Nota-se na saúde, nota-se na educação, notar-se-á nos impostos lá mais para a frente. Para os socialistas, a dúvida não é se ganham as eleições, mas se serão capazes de reeditar outra maioria absoluta. Para o país, a dúvida é saber quantos anos vão ter de esperar para poder substituir o PS e José Sócrates.
Certo, certo é que será difícil voltar a reunir tão boas condições para realizar as reformas de que o país e o Estado necessitam e que não têm passado de toneladas de propaganda e de inabilidades. Nesse sentido este é um Governo de oportunidade perdida, isto é, de velhas oportunidades.
(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)
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3/14/2008 10:35:00 da manhã
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terça-feira, março 11, 2008
(2411) NO PSD
A laranja está a amarelecer. Depois de Menezes ter feito aprovar um regulamento que impede que se saiba quem são os eleitores antes do dia da eleição (será um ensaio de democracia de tipo coreano?), veio Rui Rio dizer que o sistema de pagamento de quotas em dinheiro favorece o branqueamento. Vai daí, o tribunal interno chama Rio para o ouvir e lhe aplicar uma sanção ética, como se um orgão jurisdicional tratasse de moral e não de Direito. A bagunça não podia ser maior e eu já não sei o que é mais verdade: se é a crise no PSD que beneficia Sócrates, se é o desnorte do Governo que oculta a crise do PSD.
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3/11/2008 11:11:00 da tarde
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quarta-feira, fevereiro 06, 2008
(2189) ASSIM, DE REPENTE
Ocorre que Luís Filipe Menezes ainda não mostrou nada. Falso: mostrou alguma coisa, mas de pior em relação a Marques Mendes. Como ocorre, na ressaca da remodelação, que a esquerda-extrema ralha, ralha, ralha, mas vai a correr para o cadeirão assim que lhe assobiam. Como ocorre que todos falam, falam, falam, mas não perdem pitada das presidenciais norte-americanas. Como ocorre que nos tempos de hoje está desculpada a ilegalidade, desde que ocorrida nos tempos de ontem e fosse praticada por todos os cidadãos. Como ocorre que se o Padre fosse vivo talvez não se dedicasse aos sermões mas passasse à clandetsinidade.
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2/06/2008 02:40:00 da tarde
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sexta-feira, fevereiro 01, 2008
(2158) O REGRESSO DE GUTERRES AO GOVERNO
À força, como sempre tem sucedido, José Sócrates lá remodelou. Mas desta vez o estilo de Sócrates não foi o de Cavaco Silva. A remodelação foi à Guterres. Com Cavaco Silva as remodelações eram secas, rápidas, letais. De preferência ao fim de semana, com os mercados em descanso e o povo de fim de semana. Com Guterres, as remodelações eram lentas, debatidas na rua, penosas, trapalhonas. Chegou a estar um ministro num debate no Parlamento e, simultaneamente, a ser corrido em osso pela rádio, perante a estupefacção do próprio e da bancada socialista.
A remodelação demonstra que Sócrates é, afinal, um Primeiro-Ministro acossado, sem iniciativa e que anda a reboque de mensagens, temores e contestações. A reboque de mensagens de Cavaco Silva, de temores de Manuel Alegre e de um eventual novo partido, e de contestações de rua às suas políticas.
Importa reter três factos desta semana negra do Governo.
O primeiro: ainda ninguém sabe quem decidiu a remodelação. Se foram os próprios que pediram para sair, se foi o Primeiro-Ministro que decidiu que saíam. Num dia foram os remodelados que pediram, no outro foi Sócrates que decidiu, num terceiro foi ainda uma conjugação de vontades. Parece uma novela futebolística típica da substituição de treinadores.
O segundo: todos perceberam a escolha do dia. Essa escolha foi decidida de supetão, para desviar as atenções dos discursos de Marinho Pinto, do relatório sobre os voos da CIA e das atenções à volta da cerimónia de abertura do ano judicial, em que Cavaco Silva aproveitou para fazer a Alberto Costa, o que fez a Correia de Campos na mensagem de Ano Novo, isto é, traçar-lhe o destino.
O terceiro: o conteúdo da remodelação suscita a maior das perplexidades. Quanto à cultura, o ministério é irrelevante e devia ser extinto. Para distribuir subsídios bastaria uma assessoria contabilística no gabinete do ministro das Finanças. Não conta. É apenas mais um aparelho político para reconhecer serviços e colocar pessoal político.
Mas quanto à saúde, não se entende. Sócrates escolheu uma pessoa que é demandada pelo próprio Estado em tribunal por ter autorizado pagamentos indevidos no Hospital Amadora Sintra. O processo está pendente em tribunal e mandaria o elementar bom senso que uma pessoa nestas condições não fosse chamada a funções governamentais, sobretudo na mesma área, enquanto o assunto não estivesse resolvido. Mas não. A própria parece entender que não é nada com ela e o Primeiro-Ministro, sem capacidade de recrutamento, está por tudo.
Depois admiram-se de certos discursos.
O que é de registar em conclusão é que politicamente esta remodelação foi uma operação política falhada. Ninguém hoje pensa do Governo coisa diferente do que já pensava antes.
A remodelação demonstra que Sócrates é, afinal, um Primeiro-Ministro acossado, sem iniciativa e que anda a reboque de mensagens, temores e contestações. A reboque de mensagens de Cavaco Silva, de temores de Manuel Alegre e de um eventual novo partido, e de contestações de rua às suas políticas.
Importa reter três factos desta semana negra do Governo.
O primeiro: ainda ninguém sabe quem decidiu a remodelação. Se foram os próprios que pediram para sair, se foi o Primeiro-Ministro que decidiu que saíam. Num dia foram os remodelados que pediram, no outro foi Sócrates que decidiu, num terceiro foi ainda uma conjugação de vontades. Parece uma novela futebolística típica da substituição de treinadores.
O segundo: todos perceberam a escolha do dia. Essa escolha foi decidida de supetão, para desviar as atenções dos discursos de Marinho Pinto, do relatório sobre os voos da CIA e das atenções à volta da cerimónia de abertura do ano judicial, em que Cavaco Silva aproveitou para fazer a Alberto Costa, o que fez a Correia de Campos na mensagem de Ano Novo, isto é, traçar-lhe o destino.
O terceiro: o conteúdo da remodelação suscita a maior das perplexidades. Quanto à cultura, o ministério é irrelevante e devia ser extinto. Para distribuir subsídios bastaria uma assessoria contabilística no gabinete do ministro das Finanças. Não conta. É apenas mais um aparelho político para reconhecer serviços e colocar pessoal político.
Mas quanto à saúde, não se entende. Sócrates escolheu uma pessoa que é demandada pelo próprio Estado em tribunal por ter autorizado pagamentos indevidos no Hospital Amadora Sintra. O processo está pendente em tribunal e mandaria o elementar bom senso que uma pessoa nestas condições não fosse chamada a funções governamentais, sobretudo na mesma área, enquanto o assunto não estivesse resolvido. Mas não. A própria parece entender que não é nada com ela e o Primeiro-Ministro, sem capacidade de recrutamento, está por tudo.
Depois admiram-se de certos discursos.
O que é de registar em conclusão é que politicamente esta remodelação foi uma operação política falhada. Ninguém hoje pensa do Governo coisa diferente do que já pensava antes.
(publicado na edição de hoje do Semanário)
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2/01/2008 12:01:00 da manhã
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quarta-feira, janeiro 30, 2008
(2148) "SÓ?"
Como é que eu, que até sou da oposição, não hei-de ter dúvidas?...
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1/30/2008 02:42:00 da tarde
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(2147) DÚVIDA MINISTERIAL
Nunes Correia, a Isabel Pires de Lima do Ambiente, sobreviveu, ou vai na próxima leva?
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1/30/2008 01:34:00 da tarde
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(2146) DÚVIDA GOVERNAMENTAL
Ainda há 11 ministros, incluindo o Primeiro, do Governo original, que não pediram para sair. O que se passará com eles?
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1/30/2008 01:28:00 da tarde
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terça-feira, janeiro 29, 2008
(2140) PLOF!
Sem ser Vitalino Canas, ninguém diz bem da mini-remodelação. Politicamente é, portanto, uma oportunidade perdida para José Sócrates, que não apenas já anda a reboque de Cavaco Silva, Manuel Alegre e mais uns quantos, como revela que o líder do PS está sem poder de iniciativa e capacidade de liderança.
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1/29/2008 08:26:00 da tarde
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(2138) PRIMEIRAS IMPRESSÕES
A remodelação é mini. A remodelação faz-se dentro na pasta que conta. Sócrates não encantou ninguém de fora para dar sangue político novo ao Governo. Talvez não consiga ficar por aqui.
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1/29/2008 04:34:00 da tarde
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(2137) ESTRANHO
Neste Governo parece que toda a gente pede para sair. Sempre por razões pessoais. Campos e Cunha, Freitas do Amaral, Amaral Thomaz, Correia de Campos, Isabel Pires de Lima. Safa! Que estranho Governo este.
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1/29/2008 04:14:00 da tarde
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(2136) AÍ ESTÁ ELA!
A remodelação do Governo. Verdadeiramente extraordinário é que Mário Lino fica.
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1/29/2008 03:42:00 da tarde
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sexta-feira, janeiro 25, 2008
(2113) EU NÃO DIGO ?...
Amaral Thomaz quis sair do Governo. Como todos os anteriores membros do Governo que saíram, sai por razões pessoais. Mais tarde saber-se-á. Mais uma vez José Sócrates vai remodelar à força. Eu não digo?
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1/25/2008 02:02:00 da tarde
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domingo, janeiro 20, 2008
(2078) EMOÇÕES
O Governo começa a ter excesso de ministros de quem as pessoas se riem quando falam. E também já tem um que faz as pessoas chorar. E os Governos dependem muito das emoções. Aí, não há propaganda que valha.
quarta-feira, janeiro 09, 2008
(2004) GOVERNO RECUA
Afinal, o Governo recuou e vai pagar o aumento extaordinário das pensões de uma só vez. É extraordinário como certas coisas passam pelas cabecinhas pensadoras do Governo.
(2000) AS FRACÇÕES
Até agora conhecíamos as fracções dos bilhetes da lotaria. Agora, com o PS passaram a existir as fracções dos aumentos das pensões. Esta coisa de pagar o aumento das pensões em doze avos aos pensionistas é apenas pornográfico. Mais pornográficas ainda são as explicações e as justificações.
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