A DREN voltou a atacar. A famosa Margarida Moreira está indignada com os filmes da bandalheira na escola. Eu estou indignado com Margarida Moreira por ela estar indignada com a divulgação da bandalheira e não estar indignada com a bandalheira em si mesma. A quem me poderei dirigir?
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sexta-feira, abril 11, 2008
(2587) AO QUE ISTO CHEGOU
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Jorge Ferreira
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4/11/2008 01:18:00 da tarde
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(2584) CRIME OU DISCIPLINA
O país está entretido a discutir se quando um aluno agride uma professora, leva uma arma para a escola ou filma agressões de colegas dentro da escola que coloca no You Tube para gáudio e exibição colectiva, comete um acto de indisciplina ou comete um crime. Esta é mais uma das bizarras discussões que periodicamente entretêm o país.
Temos um Código Penal em vigor. Temos legislação penal aplicável a menores, tudo em vigor. Temos normas sobre disciplina, ou deveria antes dizer sobre indisciplina nas escolas? , e agora decidimos voltar a discutir se é de aplicar ou não as leis. É um problema cultural de que a sociedade portuguesa padece frequentemente: só liga às leis não quando elas são feitas mas quando são aplicadas. Por isso é que a aplicação das leis em Portugal é uma mera eventualidade, uma sorte ou um azar.
No caso vertente, a verdade é que uma escola que permite a presença de telemóveis, para mais ligados numa sala de aula é uma escola que convida à indisciplina. Uma escola que não sanciona o prevaricador, que não expulsa quem comete faltas disciplinares da maior gravidade, convida à indisciplina. A falta de distinção dos valores começa assim nas escolas.
E por muitas voltas que se dêem, tudo começa na autoridade do professor na sala de aula. E essa autoridade conquista-se nos primeiros momentos ou jamais se conseguirá. E dá trabalho. Os professores esquecem frequentemente que não estão ali só para despejar matéria mas também para transmitir valores. E, frequentemente, refugiando-se na ideia tentadora que não têm de educar os filhos dos outros, cedem nessa função essencial do ensino. Os valores não se arrumam numa disciplina do curriculum com horário fixo e docente certo. Devem ser transmitidos por toda a vida da escola, por todos os professores de todas as disciplinas, dentro e fora das salas de aula. Mas é uma maçada. Dá trabalho.
Se o professor falha, e falha muitas vezes e é normal que falhe porque de um vulgar ser humano se trata, entram as normas e as sanções para os prevaricadores. E aqui, o sistema tem de mudar. Quem viola as regras tem de ser sancionado e tem de o ser até à expulsão. Quem não revela capacidade de aprender e conviver numa escola tem de frequentar outros tipos de estabelecimento de ensino. O que não pode é contaminar a formação e a aprendizagem de quem cumpre. Tratar a selvajaria com paninhos quentes gera selvajaria. O sistema não gosta desta ideia, eu sei. Mas o resultado dos métodos do politicamente correcto do bom selvagem de Rousseau estão à vista. E são dantescos.
Em conclusão: uma conduta pode ser crime, pode ser infracção disciplinar e pode ser as duas coisas ao mesmo tempo. Convoque-se quem tiver de ser convocado no caso concreto. E aplique-se a lei. Ou será que alguém defende que se um menor praticar um crime não deve ser sancionado nos termos previstos na legislação penal dos menores? Acredito, francamente que haja. Eu não.
Temos um Código Penal em vigor. Temos legislação penal aplicável a menores, tudo em vigor. Temos normas sobre disciplina, ou deveria antes dizer sobre indisciplina nas escolas? , e agora decidimos voltar a discutir se é de aplicar ou não as leis. É um problema cultural de que a sociedade portuguesa padece frequentemente: só liga às leis não quando elas são feitas mas quando são aplicadas. Por isso é que a aplicação das leis em Portugal é uma mera eventualidade, uma sorte ou um azar.
No caso vertente, a verdade é que uma escola que permite a presença de telemóveis, para mais ligados numa sala de aula é uma escola que convida à indisciplina. Uma escola que não sanciona o prevaricador, que não expulsa quem comete faltas disciplinares da maior gravidade, convida à indisciplina. A falta de distinção dos valores começa assim nas escolas.
E por muitas voltas que se dêem, tudo começa na autoridade do professor na sala de aula. E essa autoridade conquista-se nos primeiros momentos ou jamais se conseguirá. E dá trabalho. Os professores esquecem frequentemente que não estão ali só para despejar matéria mas também para transmitir valores. E, frequentemente, refugiando-se na ideia tentadora que não têm de educar os filhos dos outros, cedem nessa função essencial do ensino. Os valores não se arrumam numa disciplina do curriculum com horário fixo e docente certo. Devem ser transmitidos por toda a vida da escola, por todos os professores de todas as disciplinas, dentro e fora das salas de aula. Mas é uma maçada. Dá trabalho.
Se o professor falha, e falha muitas vezes e é normal que falhe porque de um vulgar ser humano se trata, entram as normas e as sanções para os prevaricadores. E aqui, o sistema tem de mudar. Quem viola as regras tem de ser sancionado e tem de o ser até à expulsão. Quem não revela capacidade de aprender e conviver numa escola tem de frequentar outros tipos de estabelecimento de ensino. O que não pode é contaminar a formação e a aprendizagem de quem cumpre. Tratar a selvajaria com paninhos quentes gera selvajaria. O sistema não gosta desta ideia, eu sei. Mas o resultado dos métodos do politicamente correcto do bom selvagem de Rousseau estão à vista. E são dantescos.
Em conclusão: uma conduta pode ser crime, pode ser infracção disciplinar e pode ser as duas coisas ao mesmo tempo. Convoque-se quem tiver de ser convocado no caso concreto. E aplique-se a lei. Ou será que alguém defende que se um menor praticar um crime não deve ser sancionado nos termos previstos na legislação penal dos menores? Acredito, francamente que haja. Eu não.
(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)
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4/11/2008 11:01:00 da manhã
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quinta-feira, abril 10, 2008
(2580) PREVISÍVEL
Sindicatos e Governo chegaram a acordo sobre a avaliação dos professores. Como era previsível a ministra cedeu. Haverá avaliação sem consequências para quem tiver avaliação insuficiente. No fundo é o que se passa também com os alunos no ensino básico: os que não sabem o suficiente passam à mesma. Por outras palavras: continua a não haver diferença entre os bons e os incompetentes. Por que é que eu já estava à espera disto?
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4/10/2008 01:25:00 da tarde
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quinta-feira, abril 03, 2008
(2532) NÃO HÁ HIPÓTESE
Jorge Sampaio, que ultimamente tem prestado muitas declarações sobre a situação do país, afirmou que a violência nas escolas é responsabilidade de todos. Cá está mais uma vez a esquerda no seu esplendor máximo, com uma versão da mesma ideia desculpabilizante e desresponsabilizante, da tese de que é a sociedade que tem a culpa. Não é, Dr. Jorge Sampaio. A responsabilidade, lamento desiludi-lo, não é de todos.
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4/03/2008 12:53:00 da manhã
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sábado, março 29, 2008
(2509) TRETAS
"Jerónimo de Sousa, considerou hoje que a preocupação do Presidente da República com a violência escolar é "justa, mas claramente insuficiente", porque sem a resolução das questões de fundo os casos terão tendência a aumentar." A isto chama-se discurso da treta. Eu gostava que me explicassem quais são e como se resolvem as questões de fundo. As tais. Entretanto, uma singela questão de superfície, como perguntava Lenine: o que fazer? Deixá-los bater? Consentir que professores autorizem telemóveis ligados nas aulas? Sancionar a indisciplina transferindo os prevaricadores de escola em escola até saírem do sistema de ensino para mergulharem então noutras questões de fundo como o desemprego e a marginalidade?
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3/29/2008 07:02:00 da tarde
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(2506) AI AS CEREJAS ...
"E a nenhum dos dois passou pela cabeça por um segundo que o que tinham dito sobre a liberalização dos horários das grandes superfícies só podia via a agravar, em certa escala e pelo menos quanto aos e às profissionais do sector, o fenómeno que, passados uns minutos, estavam a reputar de muito influente nas situações de indisciplina e outras das escolas." . Isto escreveu Vítor Dias no seu blogue. E motivou esta entrada. Em comentário à mesma, devidamente publicado, Vítor Dias acusa-me de ter usado um truque miserável, de ser um terrorista verbal e de ser intelectualmente baixo. Ainda pensei em não lhe responder porque há certos adjectivos que na boca de certas pessoas funcionam como elogios. Mas como quem não se sente não é filho de boa gente, achei por bem repescar este excerto da entrada de Vítos Dias para serem as suas próprias palavras a responder por mim. Talvez Vítor Dias não se tenha dado conta das implicações e das interpretações que permitiu quando emitiu a sua opinião. Bastava-lhe tê-lo dito. Ou então bastava ter desmentido a minha interpretação. Mas não. À boa maneira comunista partiu para a tentativa do insulto. Que, todavia, não logrou consumar. Não insulta quem quer. E há pessoas que jamais se habituarão à liberdade de opinião. Jamais.
sexta-feira, março 28, 2008
(2502) OS PROFESSORES
A representação da disciplina e da autoridade numa sala de aula é feita pelo professor. Os professores de hoje, ou muitos deles, acham normal um conjunto de comportamentos em bom rigor incompatíveis com um ensino digno desse nome. Um exemplo: no ensino superior é vulgar existirem professores que permitem entradas e saídas das aulas que estão a decorrer sem respeito do horário estabelecido. Pelos vistos esta professora acha normal os alunos terem os telemóveis ligados nas aulas. Moral da história: quem dá um dedo arrisca-se a ficar sem a mão. Ou nos entendemos definitivamente que uma aula não é propriamente uma visita à Feira da Ladra, ou então nada feito. E isso começa nos professores. Este laxismo em que vivemos não se paga só com ignorantes. Paga-se também com violência.
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3/28/2008 07:20:00 da tarde
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quinta-feira, março 27, 2008
(2495) SEMPRE A APRENDER
Segundo Vítor Dias, a abertura dos hipermercados aos domingos também é uma causa da violência das escolas! Os jovenzinhos mal criados é que nunca têm culpa. Vítor Dias dava um bom adjunto de Valter Lemos. Estamos sempre a aprender, nem que seja a aprender demagogia.
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3/27/2008 04:44:00 da tarde
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(2494) ESTRANHO TER DE LEGISLAR
Pinto Monteiro defendeu hoje a obrigação de participação ao Ministério Público dos casos de agressões nas escolas. E defendeu muito bem. O que se estranha é que essa obrigatoriedade tenha que estar na Lei, uma vez que devia ser a prática corrente dos Conselhos Directivos e não apenas quando alguém se descaísse com o ilícito no You Tube.
(2493) E A SANÇÃO?
A vítima da sociedade mazona que fez aquela linda figura com a professora vai ser transferida. Estou curioso para saber qual vai ser a sanção disciplinar. Ou será que... ?
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3/27/2008 02:43:00 da tarde
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quarta-feira, março 26, 2008
(2486) OS MEDIADORES
Uma das medidas anunciadas pelo realista Valter Lemos para combater a indisciplina nas escolas é a criação de mediadores. Acho bem. Já estou a ver as aulas interrompidas para o mediador entrar na sala de aula e sentar-se à mesa das negociações com o aluno e o professor, a negociar um base de entendimento para a resolução pacífica do conflito. Chamem a CNN, a Al Jazheera, a BBC e abram os telejornais com o evoluir das negociações. Em caso de sucesso marquem a assinatura dos acordos para as 20 horas. É assim que costumam desenrolar-se os grandes conflitos internacionais, não é?
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3/26/2008 10:59:00 da manhã
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terça-feira, março 25, 2008
(2482) ELES É QUE MANDAM NISTO
Valter Lemos veio dizer hoje que a violência nas escolas vem de fora. De onde? Da sociedade. Mário Nogueira, o campeão da defesa dos professores (mas só nos aspectos da "carreira"), veio dizer que há factores sociais que explicam a violência dentro da sala de aula. Sempre Rousseau na mente destes burocratas. Um é burocrata do ministério. O outro, é burocrata do sindicato. É esta a mentalidade que desregula o ensino desde 1974, data em que tomou conta do ministério. É por causa desta ideia que chegámos onde chegámos. Não há responsabilidade individual, logo não há culpa, logo não há sanção. Como se pode sancionar a sociedade? Não pode. Numa palavra: a sociedade para esta gente, tornou-se o paraíso da violência. Alimentada desde a base, desde a escola. Já não há pachorra para os aturar.
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3/25/2008 11:36:00 da tarde
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sábado, março 22, 2008
(2472) À PEDRADA
Era de prever que o episódio da professora, da aluna e do telemóvel descambasse numa intifada política, prenhe de ruído mas oca de debate. A última moda da oposição decrépita é culpar a política da ministra pelo incidente. Ninguém fala dos pais que abdicam de educar os filhos porque acham que a sua função deve ser substituída pelo Estado, "porque pagam impostos para ter educação", como há dias um pai, como eu, me dizia. Ninguém fala dos milhares de desiludidos que foram para professores sem saber ler nem escrever, porque "não tinham mais nada a que se agarrar", como me dizia um amigo meu há dias. Ninguém fala nas três décadas de bandalheira disciplinar com que todos os Governos pactuaram com medo da impôr a autoridade. Não. A culpa é da ministra. Logo, chama-se a senhora ao Parlamento para dar explicações, como se a ministra fosse aluna lá da turma da deprimida criança que vergastou a pobre professora (já agora, Sr. Presidente da República, como vivemos na condecoralandia, tenha um rasgo e condecore esta professora no dia 10 de Junho; sempre era uma maneira de se redimir um bocadinho de ter sujeito o país à tortura de ter tido Roberto Carneiro como ministro da pasta). E quem tomou a dianteira da chamada da ministra às explicações parlamentares? O CDS, pois claro. Esse partido que virou caso de polícia e que teve no penúltimo Governo duas nulidades políticas nas secretarias de Estado da Educação, sem que tenham mexido uma palha para pôr ordem no desvario da 5 de Outubro. Assim decorre o momento político pascal. A moça entregue aos devaneios dos pedopsiquiatras. A professora talvez a caminho de uma baixa prolongada. E os deputados a precisarem de enfrentar uma turma daquelas e depois, sim, tentarem chamar a ministra, para então poderem falar do que sabem de experiência própria. Segue a pedrada política, já que competência e coragem para ir ao fundo do problema ninguém está para se maçar a ter.
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3/22/2008 06:37:00 da tarde
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quinta-feira, março 20, 2008
(2462) O VIDEO
Galga o país o video sobre o que se passou numa sala de aula do Carolina Michaelis de Vasconcelos, no Porto. Primeiro: não entendo por que razão os jovens hão-de poder levar telemóveis para as salas de aula. Segundo: foi no Porto, não num reduto de subúrbio, daqueles onde a maldade lusitana gera gangs de ladrões e de assassinos. Terceiro: não são pequenotes traumatizados pela sociologia da família, da pobreza ou da conflitualidade familiar. Quarto: o video, sejamos francos, não surpreende ninguém. Há muito que a disciplina e o respeito pelo professor são tidos pelos especialistas da deseducação como valores reaccionários e salazaristas. Não surpreende de facto. A verdade politicamente incorrecta é que esses especialistas da deseducação é que mereciam que lhes saísse pela frente um bando de energúmenos desta estirpe na sala de aula. Agora, apesar de não surpreender, dá para perceber o estupor de país que andamos a fabricar.
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3/20/2008 08:34:00 da tarde
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segunda-feira, março 17, 2008
(2443) O PS EM DELÍRIO
José Sócrates prometeu hoje que fará nos próximos anos um investimento sem precedentes no plano tecnológico para a educação, num discurso em que criticou os resultados das políticas educativas dos governos anteriores, incluindo os de Guterres. Um Governo que autoriza passagens administrativas no ensino básico, um Governo que é responsável por um sistema de ensino que não habilita os alunos dos conhecimentos necessários em disciplinas centrais como o Português ou a Matemática, anda entretido com esta pacovice saloia das tecnologices. E no estado de delírio educativo em que o PS se encontra já vale tudo. Criticar o seu ministro Santos Silva, ministro da Educação de Guterres, que obviamente tudo aceita mudo e quedo visto que apenas existe para a trauliteirada. Criticar-se a si próprio, ministro que foi de Guterres. Criticar Guterres. E tudo Sócrates levou.
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3/17/2008 03:38:00 da tarde
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quarta-feira, março 12, 2008
(2415) POBRE EDUCAÇÃO
Diogo Feio, do CDS, um dos responsáveis, enquanto secretário de Estado, pelo já célebre Despacho das passagens administrativas no ensino básico diz aqui que é a favor da exigência na avaliação dos alunos. Eis um bom exemplo da mediocridade dos governantes que temos tido. Definitivamente o CDS esteve entretido com os negócios e não com a governação enquanto pairou no Governo.
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3/12/2008 01:11:00 da tarde
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segunda-feira, março 10, 2008
(2402) DEPOIS DE LER OS JORNAIS (7)
Parece-me que já percebi. Quando Manuel Alegre fizer a segunda remodelação, Menezes e Portas vão para secretários de Estado do ensino básico, um, e do secundário, o outro. Isto sim, seria o verdadeiro espírito de Abril em movimento.
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3/10/2008 03:32:00 da tarde
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PSD
(2401) ALGO QUE NÃO INTERESSA NADA
"Eis uma mensagem:
.tudo bem professor?a aula toturial pode com certezas ficar na 3feira das 14h as 14:30h?desculpe o incomudo
Convém notar que se trata de um aluno de primeiro ano da universidade, o que desculpa alguma coisa. E “professor” está impecavelmente escrito.
PS: é português, viveu sempre em Portugal, e não é diferente de muitos outros."
Paulo Tunhas, no Blogue Atlântico.
Viva a avaliação dos professores e viva a avaliação dos alunos!
.tudo bem professor?a aula toturial pode com certezas ficar na 3feira das 14h as 14:30h?desculpe o incomudo
Convém notar que se trata de um aluno de primeiro ano da universidade, o que desculpa alguma coisa. E “professor” está impecavelmente escrito.
PS: é português, viveu sempre em Portugal, e não é diferente de muitos outros."
Paulo Tunhas, no Blogue Atlântico.
Viva a avaliação dos professores e viva a avaliação dos alunos!
(2398) DEPOIS DE LER OS JORNAIS (5)
Acresce que Santos Silva foi ministro da Educação de António Guterres e dos maus. Recordo que nem as classificações das escolas queria tornar públicas, como se se tratasse de um segredo de Estado. Devemos essa ao Público, que recorreu então à CADA e ganhou.
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3/10/2008 02:58:00 da tarde
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Augusto Santos Silva,
Comunicação Social,
Educação
(2397) DEPOIS DE LER OS JORNAIS (4)
As declarações patéticas de Santos Silva e dos compagnons de route do Governo, mostram uma tentativa de dramatização política da manifestação dos professores que a normalidade da vida social desmente. Mau caminho. Já agora só uma perguntinha: onde estava o MES do ministro em 1975?
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3/10/2008 02:49:00 da tarde
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