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quinta-feira, maio 17, 2007
(990) RECUO
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Jorge Ferreira
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5/17/2007 01:27:00 da tarde
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sexta-feira, abril 27, 2007
(948) DEBATE MENSAL (2):A LUA DE MEL
O mote está dado. PS e CDS passaram a viver uma espécie de lua de mel política. Hoje foi indisfarçável a simpatia entre ambos. Um sugeria, outro aceitava. Um rebatia, outro tolerava. Um dizia, o outro agradecia. Que bom ter dois blocos centrais...
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Jorge Ferreira
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4/27/2007 05:49:00 da tarde
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(943) A NOVA OPORTUNIDADE DA DIREITA
A vitória esperada de Paulo Portas sobre Ribeiro e Castro no CDS é uma nova oportunidade para a direita. O espaço político da direita não tem hoje representação no Parlamento, onde apenas há cadeiras que estão colocadas à direita da mesa. O que é muito diferente de nessas cadeiras se sentar a direita política.
De repente parece que voltámos aos dias seguintes ao 25 de Abril onde havia medo, receio e vergonha de alguém cometer a ousadia contra-revolucionária de se dizer de direita. É verdade que na altura havia um célebre operacional que se dispunha a meter a direita no Campo Pequeno. Mas hoje esse risco desapareceu.
Todos os personagens que se sentam à direita de Jaime Gama no hemiciclo estão em marcha declarada para o centro, esse lugar de sítio nenhum na sociedade eleitoral, mas que constitui sede apropriada para os grandes negócios do regime e para os grandes financiamentos do regime.
Este CDS de Portas também quer o centro. Aliás, assim nasceu em 1974, rigorosamente ao centro. Rigor não é qualidade que Portas tenha, mas da sua voracidade central já ninguém duvida. Aliás, o CDS do centro até começou ao contrário. Normalmente os partidos que partem em busca do Graal do centro têm de lá chegar primeiro antes de ter a alforria mordomística. No CDS, o lugar na administração da Caixa Geral de Depósitos até chegou mais cedo do que o partido chegou ao centro. Mais rápidos que a própria sombra…
Este CDS que existe desde domingo já defendeu tudo e o seu contrário. Portas tornou-se democrata-cristão depois de ter proclamado, com a solenidade parola que coloca nas maiores frugalidades que afirma, a morte da democracia-cristã. Já foi contra o euro, hoje é a favor. Já foi pela soberania contra o federalismo, mas subscreveu no Governo a Constituição europeia federalista contra a soberania. Já foi euro-revoltado, euro-contestatário, euro-nervoso e euro-calmo. Hoje é euro-ausente. Já foi líder partidário e eurodeputado ao mesmo tempo, mas hoje acha que não se pode ser líder partidário e eurodeputado ao mesmo tempo. Já fez juras de fidelidade aos pescadores, mas abandonou-os logo que chegou ao poder e, por sinal, à pasta ministerial do Mar que lhe caiu no regaço sem aviso prévio.
Portas é o vazio ideológico mais barulhento e inconsequente da política portuguesa. Ora, a direita não confia por natureza em pessoas tão brilhantemente erráticas. PS, PSD e CDS estão a participar num concurso nacional de centrismo militante.
Hoje é assim mais fácil mostrar as diferenças entre a direita e as esquerdas todas, as ideológicas, as cúmplices, as invejosas e as de centro.
À direita, é, portanto, o vazio institucional.
Em 2009, esse vazio pode acabar. E acabará com a eleição de deputados da Nova Democracia. Talvez até o vazio acabe antes de 2009. Talvez acabe já em Maio de 2007, com a eleição dos primeiros deputados da Nova Democracia na Madeira. O que, a verificar-se, como acredito que pode suceder, será o início de uma nova era política no país. É que não é só a situação que está podre e caduca. A oposição também. Uma democracia de qualidade exige uma oposição tão séria quanto necessita de um Governo na mesma medida.
De repente parece que voltámos aos dias seguintes ao 25 de Abril onde havia medo, receio e vergonha de alguém cometer a ousadia contra-revolucionária de se dizer de direita. É verdade que na altura havia um célebre operacional que se dispunha a meter a direita no Campo Pequeno. Mas hoje esse risco desapareceu.
Todos os personagens que se sentam à direita de Jaime Gama no hemiciclo estão em marcha declarada para o centro, esse lugar de sítio nenhum na sociedade eleitoral, mas que constitui sede apropriada para os grandes negócios do regime e para os grandes financiamentos do regime.
Este CDS de Portas também quer o centro. Aliás, assim nasceu em 1974, rigorosamente ao centro. Rigor não é qualidade que Portas tenha, mas da sua voracidade central já ninguém duvida. Aliás, o CDS do centro até começou ao contrário. Normalmente os partidos que partem em busca do Graal do centro têm de lá chegar primeiro antes de ter a alforria mordomística. No CDS, o lugar na administração da Caixa Geral de Depósitos até chegou mais cedo do que o partido chegou ao centro. Mais rápidos que a própria sombra…
Este CDS que existe desde domingo já defendeu tudo e o seu contrário. Portas tornou-se democrata-cristão depois de ter proclamado, com a solenidade parola que coloca nas maiores frugalidades que afirma, a morte da democracia-cristã. Já foi contra o euro, hoje é a favor. Já foi pela soberania contra o federalismo, mas subscreveu no Governo a Constituição europeia federalista contra a soberania. Já foi euro-revoltado, euro-contestatário, euro-nervoso e euro-calmo. Hoje é euro-ausente. Já foi líder partidário e eurodeputado ao mesmo tempo, mas hoje acha que não se pode ser líder partidário e eurodeputado ao mesmo tempo. Já fez juras de fidelidade aos pescadores, mas abandonou-os logo que chegou ao poder e, por sinal, à pasta ministerial do Mar que lhe caiu no regaço sem aviso prévio.
Portas é o vazio ideológico mais barulhento e inconsequente da política portuguesa. Ora, a direita não confia por natureza em pessoas tão brilhantemente erráticas. PS, PSD e CDS estão a participar num concurso nacional de centrismo militante.
Hoje é assim mais fácil mostrar as diferenças entre a direita e as esquerdas todas, as ideológicas, as cúmplices, as invejosas e as de centro.
À direita, é, portanto, o vazio institucional.
Em 2009, esse vazio pode acabar. E acabará com a eleição de deputados da Nova Democracia. Talvez até o vazio acabe antes de 2009. Talvez acabe já em Maio de 2007, com a eleição dos primeiros deputados da Nova Democracia na Madeira. O que, a verificar-se, como acredito que pode suceder, será o início de uma nova era política no país. É que não é só a situação que está podre e caduca. A oposição também. Uma democracia de qualidade exige uma oposição tão séria quanto necessita de um Governo na mesma medida.
(publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro)
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4/27/2007 12:01:00 da manhã
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domingo, abril 22, 2007
(913) BOAS NOTÍCIAS
Portas ganhou as directas no CDS. O bloco central tem a partir de hoje, de novo, o tripé completo. Nem falta o lugarzinho na Administração da CGD para convencer quem não acredita. São boas notícias para a direita política e, sobretudo, para a direita séria. O caminho está mais livre para crescer.
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4/22/2007 01:15:00 da manhã
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quinta-feira, abril 19, 2007
(896) VAZIO
(Vazio)Ontem houve uma espécie de debate na televisão sobre intriga no CDS. A moderadora foi a senhora que teve novas oportunidades. Os debatentes não foram capazes de deixar uma ideia, uma proposta, uma definição. Do que eu pude perceber, Ribeiro e Castro, que só existe quando faz luta política interna, está cheio de razão, mas vazio de projecto. Portas quer voltar porque Castro não pode ser líder sendo eurodeputado. Exactamente o que Portas já fez no passado. Mas Portas, afinal de contas, é uma espécie de Sócrates sem votos. Nem a trapalhada com uma Universidade lhe falta.
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4/19/2007 10:23:00 da manhã
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sexta-feira, abril 06, 2007
(811) ACTUALIDADE POLÍTICA
Em 06 de Abril de 2002, tomou posse o XV Governo Constitucional, formado pela coligação PSD-CDS/PP, chefiado por Durão Barroso. Marques Mendes era ministro dos Assuntos Parlmentares e Paulo Portas, ministro de Estado e da Defesa. Uma tripla de sucesso, como se sabe.
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4/06/2007 12:09:00 da manhã
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quarta-feira, março 28, 2007
(756) POBRES ELEITORES
A deserção da candidata do CDS à CML nas últimas eleições autárquicas é apenas mais uma. Os eleitores de Lisboa (e não só) já estão habituados a assistir a este triste espectáculo de deserções políticas de quem não ganha as eleições mas a quem conferem um mandato. Por estas e por outras é que a credibilidade dos políticos é nula. Os partidos brincam com o voto, desrespeitam o voto, inutilizam o voto. E estes comportamentos são sempre mais chocantes quando as pessoas em causa têm a mania de exibir uma superioridade moral em relação aos demais, sabe-se lá por que graça genética, supostamente só ao alcance de iniciados. É o caso de Maria José Nogueira Pinto, cujo percurso na CML revela o pior do sistema.
PS - Já quanto à saída do CDS, seja bem-vinda ao clube. Escusava era de ter passado estes últimos anos a dizer mal de quem percebeu antes que pessoas com convicções e princípios já não tinham lugar naquele partido.
sexta-feira, março 23, 2007
(732) IMPARÁVEIS
Segundo deduzo dos jornais e das notícias do dia, jogou-se ontem mais uma jornada do campeonato do non sense. Enquanto o Conselho de Jurisdição do CDS dá razão a Portas, Portas dá razão a Ribeiro e Castro. Cessem os Gatos Fedorentos! Cesse o Levanta-te e Ri! CDS ao stand up comedy, já, ou immediatly, como preferiria dizer Manuell Pinhao.
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3/23/2007 10:52:00 da manhã
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quinta-feira, março 22, 2007
(725) AVISEM LÁ OS BELGAS
A chegada da selecção belga de futebol à Portela parece que que foi conflituosa. Dois fotógrafos terão sido agredidos por elementos da comitiva belga. Convinha avisar os belgas que em Portugal não é tudo igual ao Conselho Nacional do CDS. E, já agora, que o Cristiano Ronaldo não é fotógrafo.
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3/22/2007 08:02:00 da tarde
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(723) ATENÇÃO
Consta que no próximo dia 31 de Março será decretado o recolher obrigatório.
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3/22/2007 05:39:00 da tarde
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(719) GUERRA CIVIL DÁ BLOGUE
O filme em exibição no CDS já tem blogue especializado. O Blogue do Triplo Sim. A não perder.
terça-feira, março 20, 2007
(704) PRONTO, ESTÁ BEM
Não é meu hábito escrever neste blogue sobre assuntos de delito comum. E o CDS não passa hoje de um assunto de delito comum. Mas também reconheço certa legitimidade ao desapontamento do Pedro. Eu evito falar da vida interna do CDS por duas razões: conheço bem demais os protagonistas para me deixar surpreender e deixei de ter a ver com o assunto em boa mas incompreendida hora. Talvez agora seja mais perceptível por que razão muita gente abandonou aquele partido há uns anos. Desde 1995 que o CDS foi invadido, silenciosa e metodicamente por um grupo de "talibans" políticos que boicota, sabota, põe e dispõe (e, agora, parece que agride) de um partido sem qualquer tipo de projecto, de convicções, de ideologia. O poder pelo poder. Para gáudio de um Narciso patológico, embora formado na pior escola do vale tudo. Assim uma espécie de Vale e Azevedo da política. Um pária partidário que vive dos piores vícios dos partidos. Compreende agora o Pedro o quão pouco estimulante se tornou falar deste assunto. No mínimo, tornou-se assunto para a medicina. No máximo, para a polícia. Convoque-se a esquadra mais próxima ou o especialista mais à mão.
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3/20/2007 10:31:00 da manhã
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segunda-feira, março 19, 2007
(701) ORGULHO
No tempo em que num partido que hoje anda aos berros, aos insultos e às ameaças físicas (assim mais ou menos como se andava em 1975 mas com a extrema-esquerda), se fazia política, orgulho-me, pessoalmente, de ter ajudado à criação do concelho de Vizela. É para isto que servem os partidos. Para serem úteis aos cidadãos e não para serem um mostruário de patologias políticas deprimentes.
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3/19/2007 09:57:00 da manhã
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sexta-feira, março 16, 2007
(687) FALTA OPOSIÇÃO

(Tirado do Ave do Arremedo, anúncio publicado no Jornal de Notícias, em 02.12.2005)
O que faz falta a Portugal é uma oposição séria, forte, credível e consistente no Parlamento. O estado de graça de José Sócrates tem as costas largas e não pode desculpar tudo. A eficácia comunicacional de Sócrates não é argumento para o défice comunicacional desta triste e pobre oposiçãozinha que faz de conta que existe nos PAOD’s. No PSD navega-se à vista com inconsequência e contradição, aos solavancos dos títulos do dia, a reboque do que sucede e os outros fazem e sem convicção, o que naturalmente é percebido pelo eleitorado. No CDS faz-se por estes dias um deprimente debate ideológico sobre congressologia e directologia que só interessa ao umbigo de quem o faz.
Nas questões essenciais não há verdadeira oposição à direita do PS. Nas questões incidentais, quando ela existe é ligeira e não convence. Veja-se o exemplo desta semana. Marques Mendes acordou agora para o problema da Ota.
Foi preciso a Nova Democracia, partido sem representação parlamentar, ter conseguido que a Assembleia da República discutisse uma petição popular contra a construção do monstro da Ota, para que, meses depois, o suposto líder da oposição, decidisse agir.
O problema é que enquanto no Governo Marques Mendes pactuou com a elaboração dos estudos preparatórios do futuro aeroporto da Ota. O problema é que depois de ter saído do Governo, Marques Mendes não levantou um dedo contra a coisa. Deixou inclusivamente sem resposta uma proposta da Nova Democracia dirigida a toda a oposição, no sentido de desencadear uma iniciativa popular de referendo para que a Assembleia da República colocasse o PS perante a dificuldade política óbvia de ter de o recusar.
Porquê só agora o PSD se lembra da Ota? Será apenas por táctica e pressentimento de que Sócrates já teve melhores dias? Porque sente que a estrela de Sócrates começa a empalidecer? Para começar a marcar terreno ao especialista de directologia Portas, que já imagina relíder do CDS? Para tentar ofuscar o interesse que se começa a gerar à volta das intervenções de Santana Lopes, que já defendeu o referendo sobre a construção do aeroporto da Ota?
O que parece é que Marques Mendes esperou pelo momento em que já não podia ser acusado de travar o projecto para o criticar e como dizia o padroeiro do novo museu de Santa Comba Dão, “em política, o que parece, é”.
Nas questões essenciais não há verdadeira oposição à direita do PS. Nas questões incidentais, quando ela existe é ligeira e não convence. Veja-se o exemplo desta semana. Marques Mendes acordou agora para o problema da Ota.
Foi preciso a Nova Democracia, partido sem representação parlamentar, ter conseguido que a Assembleia da República discutisse uma petição popular contra a construção do monstro da Ota, para que, meses depois, o suposto líder da oposição, decidisse agir.
O problema é que enquanto no Governo Marques Mendes pactuou com a elaboração dos estudos preparatórios do futuro aeroporto da Ota. O problema é que depois de ter saído do Governo, Marques Mendes não levantou um dedo contra a coisa. Deixou inclusivamente sem resposta uma proposta da Nova Democracia dirigida a toda a oposição, no sentido de desencadear uma iniciativa popular de referendo para que a Assembleia da República colocasse o PS perante a dificuldade política óbvia de ter de o recusar.
Porquê só agora o PSD se lembra da Ota? Será apenas por táctica e pressentimento de que Sócrates já teve melhores dias? Porque sente que a estrela de Sócrates começa a empalidecer? Para começar a marcar terreno ao especialista de directologia Portas, que já imagina relíder do CDS? Para tentar ofuscar o interesse que se começa a gerar à volta das intervenções de Santana Lopes, que já defendeu o referendo sobre a construção do aeroporto da Ota?
O que parece é que Marques Mendes esperou pelo momento em que já não podia ser acusado de travar o projecto para o criticar e como dizia o padroeiro do novo museu de Santa Comba Dão, “em política, o que parece, é”.
(publicado na edição d ehoje do Semanário)
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3/16/2007 12:49:00 da manhã
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(686) O ARRASO NO GOVERNO DO CDS
O Tribunal de Contas acaba de arrasar o Governo CDS, isto é, Portas na Defesa e Cardona na Justiça. Despesas prejudiciais para o Estado na aquisição de equipamento militar, verbas gastas sem suporte, contratos duvidosos, dinheiro pago a empresas sem contrapartidas, já para não falar dessa pérola da ruína pública da célebre sede da PJ em Caxias que custou aos bolsos dos contribuintes uns largos milhões de euros, graças à especial competência política da actual jubilada administradora da Caixa Geral de Depósitos.
Manda a verdade que se diga que estes dois não são os únicos governantes visados nos relatórios do Tribunal de Contas. A acompanhá-los estão vários dos clássicos PS e PSD. Mas esta parece ser mesmo uma boa altura para lembrar ao país o que se ganhou com o CDS no Governo. Presumo que este item comparecerá no debate ideológico interno que emociona actualmente este partido e que se centra no estimulante dilema sobre se o líder há-de ser eleito pelos mesmos em directas ou pelos mesmos em Congresso.
Manda a verdade que se diga que estes dois não são os únicos governantes visados nos relatórios do Tribunal de Contas. A acompanhá-los estão vários dos clássicos PS e PSD. Mas esta parece ser mesmo uma boa altura para lembrar ao país o que se ganhou com o CDS no Governo. Presumo que este item comparecerá no debate ideológico interno que emociona actualmente este partido e que se centra no estimulante dilema sobre se o líder há-de ser eleito pelos mesmos em directas ou pelos mesmos em Congresso.
(publicado na edição de hoje do Democracia Liberal)
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3/16/2007 12:47:00 da manhã
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quarta-feira, março 14, 2007
(679) DIZ QUE É UMA ESPÉCIE DE DEBATE IDEOLÓGICO
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Dois: Directas!
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sábado, março 10, 2007
(653) UM GOVERNO À PORTAS: NO ESBANJAR É QUE ESTÁ A PROMOÇÃO
"O acordo celebrado entre o Estado e a Teixeira Duarte que indemniza a construtora civil pela suspensão das obras da Cidade Judiciária em Caxias levanta dois tipos de questões. Como é que o Estado foi capaz de iniciar uma empreitada tão dispendiosa quanto esta - orçada em cerca de 60 milhões de euros - de forma tão leviana, sem antes acautelar a sua conformidade com o Plano Director Municipal? Celeste Cardona, então ministra da Justiça, ainda não deu resposta. Depois, alguém no exercício de funções governativas não deve ser responsabilizado quando os seus actos lesam o interesse de todos? A nomeação da ex-ministra para a administração da Caixa Geral de Depósitos é a melhor resposta a esta questão."
Amílcar Correia, no Editorial do Público.
Amílcar Correia, no Editorial do Público.
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sexta-feira, março 09, 2007
(647) CLARIFICAÇÃO
A alegada Direita do sistema, o PSD e o CDS, ainda não perceberam que o vazio ideológico e político que hoje se vive à direita do PS tem duas razões essenciais.
A primeira é a desastrosa experiência governativa que esses dois partidos interpretaram em co-autoria solidária. Hoje, dificilmente nos lembramos de uma, uma só, reforma, medida ou mudança que os Governos do PSD e do CDS, porque foram dois, tenham legado ao país. Olhando para trás, resta um período de mero poder, de ostentação de ambições pessoais, umas melhor sucedidas que outras, de confusões e de suspeições, que minaram profundamente a credibilidade desses partidos e da direita geométrica. Visto à distância esse tempo revela-se um parêntesis político que o país sofreu disciplinada a amarguradamente, de exercício inconsequente e de vazio político.
A segunda razão prende-se com o facto de, na essência esses dois partidos serem iguaizinhos a este PS, tirando algumas matérias simbólicas e pontuais. Por isso protestam contra o alegado furto político com que o PS de Sócrates teria vandalizado o seu espaço, o seu projecto, o seu programa. Na essência todos defendem as mesmas regras, o mesmo sistema, as mesmas medidas. Varia a quantidade, a intensidade e sobram os estilos pessoais. Se o líder fala melhor ou pior, é mais eficaz ou menos na televisão, se é mais sério ou menos, se é mais maquiavélico ou menos, se é mais verdadeiro ou dissimulado. Uma pobreza, em suma.
Ora, estamos nas vésperas de conseguir esta pérola política: PSD e CDS liderados por dois dos principais autores da desgraça, do vazio e da decadência da direita geométrica. Marques Mendes e Paulo Portas foram autores privilegiados do problema, não podem por natureza fazer parte da solução. É uma espécie de assombração. Tudo a jeito de Sócrates.
É evidente que, sentados nas cadeiras do poder, ambos podem ter um nobre projecto: estar sentados nas cadeiras do poder. À espera que a roda da sorte eleitoral mude e os bafeje com o rotativismo em que se instalaram, em que se deliciam e em que empatam uma alternativa política que fingem querer, mas que é apenas uma vazio disfarçado de pose.
Com os dois à frente do PSD e do CDS, estará criada uma oportunidade de ouro para clarificar uma alternativa verdadeira à esquerda e à direita geométrica que se alimenta dessa esquerda. Essa alternativa tem de começar pelo debate ideológico sobre o que fazer e para onde ir com o poder que o eleitorado atribuir. É neste projecto que se inserem os Estados Gerais da Direita promovidos pela Nova Democracia e cuja 1ª sessão terá lugar no próximo Domingo.
A primeira é a desastrosa experiência governativa que esses dois partidos interpretaram em co-autoria solidária. Hoje, dificilmente nos lembramos de uma, uma só, reforma, medida ou mudança que os Governos do PSD e do CDS, porque foram dois, tenham legado ao país. Olhando para trás, resta um período de mero poder, de ostentação de ambições pessoais, umas melhor sucedidas que outras, de confusões e de suspeições, que minaram profundamente a credibilidade desses partidos e da direita geométrica. Visto à distância esse tempo revela-se um parêntesis político que o país sofreu disciplinada a amarguradamente, de exercício inconsequente e de vazio político.
A segunda razão prende-se com o facto de, na essência esses dois partidos serem iguaizinhos a este PS, tirando algumas matérias simbólicas e pontuais. Por isso protestam contra o alegado furto político com que o PS de Sócrates teria vandalizado o seu espaço, o seu projecto, o seu programa. Na essência todos defendem as mesmas regras, o mesmo sistema, as mesmas medidas. Varia a quantidade, a intensidade e sobram os estilos pessoais. Se o líder fala melhor ou pior, é mais eficaz ou menos na televisão, se é mais sério ou menos, se é mais maquiavélico ou menos, se é mais verdadeiro ou dissimulado. Uma pobreza, em suma.
Ora, estamos nas vésperas de conseguir esta pérola política: PSD e CDS liderados por dois dos principais autores da desgraça, do vazio e da decadência da direita geométrica. Marques Mendes e Paulo Portas foram autores privilegiados do problema, não podem por natureza fazer parte da solução. É uma espécie de assombração. Tudo a jeito de Sócrates.
É evidente que, sentados nas cadeiras do poder, ambos podem ter um nobre projecto: estar sentados nas cadeiras do poder. À espera que a roda da sorte eleitoral mude e os bafeje com o rotativismo em que se instalaram, em que se deliciam e em que empatam uma alternativa política que fingem querer, mas que é apenas uma vazio disfarçado de pose.
Com os dois à frente do PSD e do CDS, estará criada uma oportunidade de ouro para clarificar uma alternativa verdadeira à esquerda e à direita geométrica que se alimenta dessa esquerda. Essa alternativa tem de começar pelo debate ideológico sobre o que fazer e para onde ir com o poder que o eleitorado atribuir. É neste projecto que se inserem os Estados Gerais da Direita promovidos pela Nova Democracia e cuja 1ª sessão terá lugar no próximo Domingo.
(publicado na edição de hoje do Semanário)
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domingo, março 04, 2007
(626) EIS A DIFERENÇA
Muitos cidadãos menos informados dos meandros da política ainda hoje legitimamente me questionam sobre as razões pelas quais decidi sair do CDS em 2002 e participar na fundação da Nova Democracia. Eu compreendo as dúvidas. Os cidadãos apreendem o fenómeno político pela rama, pelas notícias dos telejornais, pelos sound bytes que furam a indiferença jornalística e pelas manchetes dos jornais que vêm nas bancas quando passam na rua, já que a maioria não os compra.
E eu explico. Costumo explicar com gosto. A maior objecção que recebo é que eu e as pessoas que tomaram idênticas atitudes fizémos mal. Que devíamos ter ficado e esperado que chegasse a hora de tomar o poder interno outra vez. Infelizmente, a maioria das pessoas acha pouco para sair de um Partido divergências ideológicas, de princípio. Porque estão habituadas à política do golpe e do rotativismo do poleiro, do tacho, do motorista, do palanque. Temos que o aceitar e respeitar. Mas não devemos ceder a essa visão da política.
Costumo contra-argumentar que, além das razões de princípio, existiram outras, que têm essencialmente a ver com o facto de o CDS se ter tornado um partido exactamente igual aos piores partidos do sistema, em matéria de clientelismo e de promiscuidade de influências. E costumo dar exemplos relacionados com decisões de militantes do CDS que exerceram funções governativas e autárquicas.
E eu explico. Costumo explicar com gosto. A maior objecção que recebo é que eu e as pessoas que tomaram idênticas atitudes fizémos mal. Que devíamos ter ficado e esperado que chegasse a hora de tomar o poder interno outra vez. Infelizmente, a maioria das pessoas acha pouco para sair de um Partido divergências ideológicas, de princípio. Porque estão habituadas à política do golpe e do rotativismo do poleiro, do tacho, do motorista, do palanque. Temos que o aceitar e respeitar. Mas não devemos ceder a essa visão da política.
Costumo contra-argumentar que, além das razões de princípio, existiram outras, que têm essencialmente a ver com o facto de o CDS se ter tornado um partido exactamente igual aos piores partidos do sistema, em matéria de clientelismo e de promiscuidade de influências. E costumo dar exemplos relacionados com decisões de militantes do CDS que exerceram funções governativas e autárquicas.
Aveiro tem dado um poderoso contributo neste domínio. O líder do PS de Aveiro, Raul Martins, anunciou que vai participar ao Ministério Público, com vista à perda de mandato, que o líder da bancada do CDS na Assembleia Municipal, exerce funções directivas numa empresa municipal. Para Raul Martins, a questão de fundo é o «princípio ético no desempenho de cargos públicos de ninguém poder ser juiz em causa própria», lembrando que a Assembleia é órgão fiscalizador por excelência. O líder da bancada do PS criticou também o presidente da Câmara, Élio Maia, por ter nomeado administradores de duas empresas municipais (EMA e PDA) dois deputados municipais, um dos quais do CDS.
Raul Martins daria uma preciosa ajuda a José Sócrates no Governo, no sentido de ajudar o PS a não fazer estas malandrices nas empresas do Estado onde coloca os boys desempregados do activo partidário. Mas tem razão no plano dos princípios.
Por outras palavras: o CDS, mal chega ao poder, no Governo (é ver a administração da Caixa Geral de Depósitos) ou ao poderzinho, nas autarquias, serve-se como aqueles que critica. Faz exactamente a mesma coisa. Tem exactamente o mesmo comportamento. Faz exactamente o mesmo aos princípios: manda-os para debaixo dos móveis.
O CDS em Lisboa critica as poucas vergonhas de Carmona Rodrigues e do PSD na Câmara Municipal e nas empresas municipais. Em Aveiro faz exactamente o mesmo que critica em Lisboa. É esta falta de coluna que fez do CDS um partido vulgar, banal e tão guloso como os partidos que diz criticar. Numa palavra: um local pouco recomendável e sem qualquer autoridade moral ou política para criticar o PS e o PSD.
Eis a diferença: com a Nova Democracia esta promiscuidade, esta gula, esta confusão de interesses acabava, pela simples razão de que acabavam as empresas municipais. Se a Câmara de Aveiro acha que há actividades que devem ser prosseguidas de forma empresarial, que dê o exemplo e deixe a iniciativa económica privada produzir. Extinga as empresas municipais, com o seu exército de ordenados, administradores, directores, assessores, familiares e amigos, que ainda por cima acumulam com funções autárquicas onde podem influenciar decisões em benefício duplo, triplo e quádruplo. Acabe com a pouca vergonha. Ganha uns tostões, que bem precisa, e sobretudo dá um poderoso contributo para aumentar os níveis de higiene política.
(publicado na edição da última sexta-feira do Diário de Aveiro)
Publicada por
Jorge Ferreira
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3/04/2007 10:04:00 da tarde
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quarta-feira, fevereiro 28, 2007
(619) O DEBATE MENSAL, 15
Sócrates reagiu e perguntou ao deputado do CDS perguntante, que até esteve no Governo, por que é que não fez a reforma quando lá estava? Pois. A amnésia parlamentar é das maleitas mais democráticas que há.
Publicada por
Jorge Ferreira
à(s)
2/28/2007 04:54:00 da tarde
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